"Aproveite e tire de seu "armário" aquelas pessoas negativas,tóxicas
e sem entusiasmo que tentam te arrastar para o fundo
dos seus próprios poços de tristezas, ressentimentos, mágoas e sofrimento.
A insegurança dessas pessoas faz com que busquem outras para lhes fazer companhia,
e lá vai você com elas... junte-se a pessoas ENTUSIASMADAS
que o apoiem em seus sonhos, projetos pessoais e profissionais. "
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Documentário
No Youtube existem vários documentários interessantes sobre a Atlântida. Confira !!! Espero que todos gostem !
http://www.youtube.com/results?search_query=atlantida+o+continente+perdido&search_type=&aq=f
Tempo de Ativar a Consciência Atlante Interior

A consciência atlante desempenhou um papel integral na formação e evolução da Terra. O foco da consciência atlante é a integração da energia e as configurações de energia. É um recurso para os homens aprenderem sobre a energia a fim de expandir a consciência.
A NANOTECNOLOGIA ATLANTE
Enquanto continua descobrindo sua capacidade de criar, o homem ativa mais das freqüências vibracionais de energia que constituem a existência física. Principalmente com a nanotecnologia que os instrutores espirituais atlantes estão pondo à disposição para aqueles que têm a capacidade de compreender a energia, a humanidade está às portas de uma nova dimensão de realidade. A nanotecnologia é o arranjo ou a engenharia dos átomos para fazer qualquer coisa que seja desejada.A civilização atlante era sofisticada nessa tecnologia. Eles sabiam como criar a partir das vibrações de energia, que primeiro se tornaram ondas de energia e depois as partículas elementares que constituem os átomos – que os atlantes então combinavam para fazer moléculas para qualquer forma que quisessem. Os instrutores espirituais atlantes são especialistas em energia, cujo papel no cosmos é desencadear e ativar certos campos de energia e integrá-los nos já existentes. Sua aliança é com a hierarquia do cosmos. Sempre que são mandados a um planeta, ou massa de energia, eles são capazes de assumir a forma que seja compatível com as formas de energia já em existência.
O PLANO DE SANAT KUMARA
Quando os atlantes vieram à Terra pela primeira vez, eles trouxeram a consciência para os animais, a fim de expandir a consciência da Terra. Esse foi um pedido direto de Sanat Kumara, o ser que mantém o foco para que a Terra suporte seu potencial. Sanat Kumara reconhecia que o empuxo gravitacional e o campo magnético eram vibracionalmente mais densos do que a energiavibracional que está em toda parte no cosmo. Ele percebeu que um sistema integrativo era necessário para evitar que o campo magnético e a gravidade criassem uma forma tão densa que, não apenas deixaria de se expandir, mas implodiria sobre si mesma. As intenções de Sanat Kumara eram de evoluir a consciência da Terra por meio da integração e da expansão. Por ter campos energéticos divergentes trabalhando juntos dentro do campo da Terra, a expansão seria assegurada por meio do processo de integração.
Cada animal mantém campos energéticos específicos e eles tinham que interagir com o campo vibracional da Terra (através da ingestão de plantas e de outros animais, para sobreviver), e também com o campo energético comum que se estende através do cosmos. A troca de consciências entre diferentes formas de vida melhorou incrivelmente a complexidade e a consciência de toda a Terra.Esse campo de energia mais complexo e avançado levou a uma explosão evolucionária. Cada vez mais espécies de plantas e animais sofreram mutações e evoluíram.
Pensem em cada espécie de planta e de animal como um campo energético único. Agora pensem na intricada rede que foi criada quando as vibrações de todas as coisas vivas foram tecidas na grande vibração do Tudo Que É. O campo vibracional era rico de possibilidades e fértil para o passo seguinte da evolução da Terra, que foi a evolução do Homo sapiens.
A EVOLUÇÃO DO HOMO SAPIENS COM OUTRAS FORMAS DE VIDA
Quando os atlantes foram novamente solicitados a ajudar a Terra, foi no tempo da evolução do Homo sapiens. Os atlantes tomaram o DNA primitivo do Homo sapiens e introduziram refinamentos nele, criando a forma que utilizaram a fim de viver nesta Terra. Sua missão era mais uma vez trazer uma vibração mais elevada, uma nova dimensão, para a Terra. Os atlantes originais permaneceram na Terra para acasalarem-se com os primitivos humanos, para que pudessem ser feitos ajustamentos no DNA e o campo vibracional que haviam trazido pudesse ser bem sintonizado. Passaram seu tempo criando diferentes variações e mutações nas formas que já existiam na Terra.
Animais primitivos que não mais existem, eram capazes de se comunicar com as plantas e com os seres humanos. Existia um sistema básico de comunicação entre todas as coisas vivas. Os atlantes esperavam que esse sistema viesse a ajudar a todas as coisas vivas a permanecerem sintonizadas entre si e a consciência de massa, que foi criada pela Terra e tudo o que existia sobre ela. Dessa forma, a energia do planeta estaria equilibrada e estabilizada. Essa comunicação entre as espécies era expressa como instinto em cada organismo vivo – uma consciência que sabia do que precisava fazer para permanecer viva e ao mesmo tempo, como precisava de ajuda para manter a Terra energizada, equilibrada e estável.
Durante o tempo que levou para procriarem com os homens primitivos e estabelecerem civilizações a partir dessa agora elevada forma de vida, os atlantes guiavam o processo. Era visão deles que muitas espécies além do homem desenvolveriam a consciência, e que cada um pudesse contribuir com sua perspectiva e seu trabalho juntos, para manter as energias da Terratrabalhando compativelmente. Quando as civilizações atlantes originais estavam florescendo, os reinos animal e vegetal trabalhavam juntamente com o homem para criar as possibilidades paraa Terra. Naquele tempo, a telepatia era usada juntamente com uma linguagem sonora universal para todas as espécies que podiam produzir som. Essa capacidade de comunicação estava disponível desde a chegada dos primeiros atlantes, que assumiram formas de animais. Portanto, havia uma conexão energética básica, que era expressa por meio de impulsos telepáticos e sons.Pensem nas possibilidades de compreender e ver o mundo a partir da perspectiva dos animais. Todas as plantas, animais e seres humanos, trabalhavam juntos. Era comum homens e animais se comunicarem e construírem fortes relações, que atendiam às necessidades mútuas de ambos. Os animais e os homens ocupavam o mesmo espaço e viviam bem próximos uns dos outros. Devido a essa interação diária, não havia o que hoje chamamos de animais de estimação. As plantas também queriam desenvolver sua consciência, portanto trabalhavam com os animais e com o homem para estabelecer de que forma sua interação poderia ajudar cada um. A vibração dos atlantes era forte e possuía uma qualidade holística que alimentava e mantinha tudo. Isso fez com que a conexão entre todas as coisas vivas fosse aparente, e todos eram capazes de confiar unsnos outros.
Havia colônias atlantes no mundo inteiro. Eles construíram belos navios para transportar os recursos naturais entre aquelas colônias. Os mamíferos marítimos mostravam ao homem como encontrar e utilizar as correntes marítimas para viajar com mais facilidade. Muitas baleias e golfinhos guiavam geralmente os navios a seus destinos. Os padrões atmosféricos eram compreendidos como fluxos de energia, e os atlantes eram capazes de ler esses fluxos e trabalhar com as massas de energia.
A doença era causada, como ainda hoje, por energias vibracionais conflitantes dentro do corpo. Os tipos de conflitos que os atlantes experimentavam eram causados quando eles tentavam combinar campos energéticos para criar novas formas. Todavia, a cura era só uma questão de equilibrar a energia. A pessoa que precisava ser curada era deitada em uma prancha de cobre e oito pessoas formavam um círculo em torno dela. Cada pessoa mantinha a vibração de um doschakras até que todo o campo energético estivesse se movimentando na mesma taxa, velocidade e intensidade vibracionais.
A RETIRADA DOS ATLANTES E OS CATACLISMAS QUE SE SEGUIRAM
A hierarquia cósmica agradeceu os atlantes por seu compromisso e dedicação, depois retirou-os da Terra em sua forma de humanidade. Pensava-se que a ativação das muitas novas vibrações se solidificara em forma física. Todavia, a remoção da energia atlante concentrada causou um choque na consciência de massa, que resultou em um distúrbio do campo energético. Formaram-se fortes ventos, que trouxeram grandes ondas de marés; houve tremores de terra eerupções vulcânicas. Tudo isso foi causado pela necessidade de ajustar o campo de energia da Terra, para compensar a perda da energia atlante. Houve uma mudança de polaridade e muitos seres humanos, plantas e animais, foram destruídos. Mas alguns Homos sapiens sobreviveram, e a humanidade passou a ser o criador. Enquanto os seres humanos ainda tinham lembranças dacivilização atlante, eles estavam vivendo nas profundezas das cavernas, para aguardar que a atmosfera se estabilizasse. Embora nascessem crianças, não havia uma maneira de preservar o conhecimento e as informações da civilização anterior. Levou milhares de anos, até aos sumérios e gregos, para que se começasse a registrar as lendas da idade atlante. Os humanos ainda não haviam encontrado as inscrições na parede da caverna, das pessoas que viveram logo depois da mudança dos pólos.
Durante o tempo em que os homens estavam evoluindo a partir dos efeitos da mudança polar, os atlantes continuaram a trabalhar com os humanos através de sua intuição e conexão com os níveis mais elevados de consciência – exatamente como continuam fazendo atualmente. Como a consciência atlante aprendeu a transformar a energia em diferentes formas, eles estão alinhadoscom a Terra e continuam ajudando a humanidade a realizar o projeto divino original. Esse projeto divino é sobre o princípio criativo – a criação por meio da inclusão de toda a energia, e de maneira que toda energia possa ser explorada. A Terra tem um compromisso especial de tentar criar de maneira a manter a criatividade através da expansão criativa contínua. Outros planetas investigaram a energia e o conceito do que é criado quando se usa a perspectiva destrutiva. ATerra está envolvida em uma perspectiva holística, que está aprendendo a como ser criativa, o que significa expandir-se e ainda permanecer conectada. Essa é uma oportunidade de crescimento que Sanat Kumara assumiu.Em vez de ter de assumir forma e interagir com os humanos no plano físico, os atlantes deveriam agora ser considerados um nível de consciência que existe em todas as pessoas. Todos têm dentro de si a herança da raça atlante. Eles são os antepassados da humanidade. Representam uma perspectiva de Deus Fonte, e semearam esta Terra com a consciência para criar a forma a partir da energia. A humanidade está encarregada de saber como focalizar a criatividade e precisa decidir sobre o que está sendo criado e como deve ser utilizado.
NOSSA HERANÇA ATLANTE
Os atlantes são mestres criadores. Sua perspectiva é a de que a energia é um recurso elementar ilimitado que está disponível para ser usado à vontade. Eles não têm nenhuma mentalidade de escassez sobre a energia que está disponível – ela é livre para todos. Isso trás uma conexão natural entre todas as coisas vivas, pois não existe nenhuma competição para ter acesso à matéria-prima que pode criar qualquer forma. Criar forma é para o propósito de explorar, experimentar, experienciar e, o que é mais importante, expressar a consciência de uma forma viva, seja ela uma planta, um animal, ou um ser humano.Todas as coisas vivas têm consciência, e todas têm um desejo inato e uma necessidade de expressar-se. Qualquer expressão que assuma forma é o processo de criatividade. O desejo de criar é a razão real para viver na Terra. A liberdade de criar está disponível devido ao ilimitado suprimento de energia. Quando os instrutores espirituais falam sobre a ilimitação, isso é exatamente o que querem dizer.A Terra tem um potencial ilimitado. Cada pessoa tem de decidir se pode aceitar que é um criador, ou continuar acreditando que o Criador é alguém ou algo fora dela. A liberdade de criar é um conceito assustador, que parece tão simples, mas que para os humanos é difícil de aceitar. Só aqueles que obtiveram a liberdade de sua cultura, instituições e predisposições do gênero, podem realmente aproveitar o potencial criativo que está disponível. Se vocês pudessem aceitar o fato de que são verdadeiramente livres, o que criariam agora mesmo? Qual é a visão que vocês têm para este mundo? O que sua intuição os inspira a fazer com sua vida? Qual é sua conexão com a consciência atlante? Como essa conexão se expressa em sua vida? Os atlantes não são só mestres criadores, mas são também igualmente peritos como co-criadores. Isso é essencial, pois as pessoas criam suas perspectivas de maneira que todas as perspectivas possam permanecer conectadas de alguma forma. Essa conexão é um mundo que se desenvolveu espiritualmente. A conexão com tudo o que existe na existência física inclui todas as formas pensamento, visões, revelações, inspirações, sentimentos, comportamentos, crenças, atitudes e perspectivas de todas as coisas vivas. A única maneira pela qual toda essa diversidade pode permanecer conectada é por meio de algum campo de energia que existe em todos. Os valores que acompanham essa conexão, são compaixão, amor, confiança, coragem, disponibilidade, aceitação, humildade, gratidão e alegria. Se a humanidade mantiver esses valores, que sãotodos expressões da vibração de energia que está dentro do plano terrestre e além dele, então a conexão será possível. Tudo o que é criado será capaz de existir.Os atlantes originais, que estiveram sob forma humana há 14.000 anos, viveram esse potencial. As civilizações atlantes que viveram de 8.000 a 9.000 anos, eram descendentes dos primeiros atlantes, que na verdade, mudaram sua forma para assumir a do Homo sapiens. Esses descendentes dos atlantes originais também tinham colônias no mundo todo. As civilizações posteriores eram mais individualistas do que as colônias originais. Essa perspectiva de individualismo levou ao desenvolvimento de raças, e finalmente nações. Todavia, todas asnações estão conectadas através de sua humanidade e do reconhecimento de sua capacidade para criar e ser co-criadores.Esta é a esperança e o futuro para o homem agora. A humanidade precisa conectar-se a todas as formas vivas através da identificação dos outros como criadores e co-criadores. Todas as formas vivas desta Terra estão ligadas nessa consciência a ser expressada. E é claro que a própria Terra é uma forma viva.Considerem o poder de suas escolhas: O que podem criar hoje? Que vibração vocês guardam no coração? Como podem ver a si mesmos livres? Como podem ver outros livres? Como agiriam se aceitassem sua liberdade para criar e ser um co-criador? Estas são as perguntas a serem feitas. Vão até seu íntimo,conectem-se com a consciência atlante e peçam a respostas a suas perguntas.Eles são especialistas em criar no plano terrestre.
Um foco integrativo de Vyvamus e Dorothy A. BodenburgDbodenburg@aol.com
http://www.amaluz.com.br/arquivo/2000/93_6.htmAMALUZ, Ano 8, Outubro, 2000
O Continente Perdido
Os continentes que hoje conhecemos nunca tiveram os aspectos e costas atuais, e mais, nem sempre estiveram acima da superfície das águas como hoje estão.As forças naturais, o vento, a chuva, as forças internas do planeta, o próprio luar, estão em constante luta contra as regiões terrestres que lhe oferecem resistência. Estão sempre mudando a fisionomia do planeta.
Nas tradições humanas, nos velhos manuscritos, nas esculturas e velhas inscrições, encontramos referências sobre terras, ilhas e mesmo continentes inteiros, que desapareceram sob as águas e, entre estas milenares tradições, encontramos uma que fala de um fabuloso continente, com uma extraordinária civilização, denominado por uns de AZTLAN, por outros de ATLÂNTIDA. De todas as tradições deixadas, a que segue é a mais detalhada, ou seja: "Todo o país era cortado de magníficas estradas.
A água era levada às cidades por anelo e gigantescos aquedutos, cavavam-se túneis sob as águas, sob as montanhas; erguiam-se pirâmides colossais; construíam-se palácios magníficos; tudo era de tal maneira formidável, que a arte egípcia é como que uma miniatura da arte atlante em todas as suas manifestações.
Nos Templos funcionavam observatórios meteorológicos, astronômicos etc.. As estátuas atingiam alto grau de perfeição e a pintura de cores vivas e sem perspectiva servia somente para decorações. As casas eram rodeadas de jardins. As ruas calçadas de lajes. As terras eram cortadas por canais de irrigação e navegação; os portos cavados ou melhorados artificialmente. Tinham grandes navios e navegavam com a bússola.
Empregavam a pólvora e outros explosivos mais violentos para o progresso. Os abastados viajavam em ricos barcos aéreos movimentados pelo misterioso "vril", os pobres e os escravos em carros puxados por leões e leopardos. Havia máquinas aéreas de metal e de madeira capazes de transportar 80 a 100 homens. Sua indústria era próspera. Exploravam minas.
Traziam o cobre do Canadá, o ouro e a prata do Peru, quando não os fabricavam quimicamente. Conheciam um metal denominado "Orichalco" que não se sabe se era produto da terra ou o resultado de transmutação, e que, com eles desapareceu. Metalúrgicos notáveis fabricavam toda a casta de objetos de bronze que vendiam aos povos bárbaros (nós) ainda na idade da pedra polida.
A sua Capital era CERNÊ, a cidade das portas de Ouro, que ficava ao pé da alta montanha de 3 cumes que se avistava de muito longe no Mar. Foi isso que deu origem ao símbolo do tridente netuniano, gravado nas mais antigas moedas do mundo.
O Egito, o México e o Peru, colônias dos Atlantes, revelam que a sua civilização era admirável. Seus sábios haviam condensado em tábuas famosas, a ciência e a moral mais elevadas. Acreditavam num Deus Superior que se manifestava nas forças na natureza e se revelava pela linguagem dos astros. Sua Religião era, ao mesmo tempo, filosófica e científica.
Ao povo se deixavam as formas rudimentares dessa Religião que, na essência, só os iniciados conheciam. Os templos eram dedicados ao Sol, instrumento vital do grande Todo. A arquitetura era ciclópica e as danças rituais comemoravam os signos do Zodíaco, bem como as cerimônias litúrgicas representavam os mistérios do céu.
Os atlantes criam na imortalidade da Alma e mumificavam os mortos. Acreditavam na reencarnação; mas o culto dos antepassados só lhes foi trazido pelos brancos hiperbólicos. Conheciam a Astrologia e a praticavam. Consubstanciavam nos astros as forças naturais e todo o seu ensino era oral, sob a fiscalização do Colégio dos Iniciados. ...e tal civilização era mais adiantada que a nossa de hoje, moralmente e mesmo materialmente.
Sua decadência proveio do desequilíbrio entre a evolução moral e a material. O orgulho do poder e da ciência gerou o egoísmo e a opressão. O luxo engendrou a sede das riquezas. Os freios morais relaxaram-se e os apetites à solta, de braços com a magia negra, trouxeram a idade da besta. Reinaram os instintos.
Devassidão e barbárie dominaram a sociedade. A anarquia instalou-se. E o dilúvio e os cataclismos, lançados pelos Deuses irritados, pouco a pouco foram destruindo aquele grande Império, até que, 9.564 anos AC, soçobrou na mais pavorosa catástrofe."
Este relato é digno de respeito, pois existem inúmeras provas CIENTÍFICAS E ATUAIS de que uma grande catástrofe ocorreu EXATAMENTE no lugar em que as tradições colocam o continente da Atlântida.
Daremos apenas a que o Dr. Richard Chavering tornou pública, como seja:"Que um grande movimento ocorreu no fundo do Atlântico e ainda ESTÁ OCORRENDO ninguém pode duvidar. Em agosto de 1923 foi enviada uma embarcação para procurar um cabo perdido que tinha sido colocado há 25 anos. Sondagens efetuadas no lugar exato revelam que o fundo do Oceano se ERGUERA 4000 METROS durante aquele curto prazo de tempo."
Como vemos, esta região do Atlântico, entre a América e a Europa, não está calma nem segura. Assim, como em 25 anos, ou num só dia deste período, o fundo SUBIU 4.000 METROS, muito bem poderia descer (que é mais fácil) 3 mil e poucos metros na época da velha Atlântida.
Hoje é assinalado o local daquele adiantadíssimo e vasto Império pelas ilhas dos Açores, Canárias e outras que as cercam. "
Organização de José Cavalcante
O Arquivista, ano 5, n. 49, 1998
http://www.caminhosdeluz.org/
Explorando as Maravilhas de Atlântida

VIDA NA ATLÂNTIDA
Houve muitas coisas maravilhosas na vida na Atlântida. Ela era bela e, por milhares de anos, harmoniosa. Os atlantes podiam viver por mil anos ou dez anos, se quisessem. Viviam tanto quanto quisessem experienciar a vida em qualquer que fosse a circunstância que desejassem.
Os atlantes não se casavam, do modo como vocês entendem o casamento hoje em dia. Muitas vezes uma união era constituída por um casal por algum tempo, até que um dos membros decidisse partir. Haveria então uma união com outra alma. As uniões raramente se dissolviam por causa da desarmonia, e quando esta existia, o casal ia para um tribunal constituído por uma união de filósofos e geralmente o fator de desarmonia normalmente era solucionado.Raramente ocorria ali qualquer coisa que não fosse resolvida. Era um tempo de grande paz. Essa era dourada da Atlântida foi um tempo pacífico do qual vocês se lembram vagamente em sua memória longínqua.Nascer fisicamente era pouco usual na Atlântida porque as pessoas haviam compreendido como deixar seus corpos e voltar quando quisessem. Mas quando as crianças nasciam essa era uma ocasião grandiosa e alegre. Quando uma alma optava por nascer fisicamente, essa era normalmente sua primeira encarnação na Terra. Os pais cuja energia era totalmente compatível com a nova alma eram cuidadosamente escolhidos. Essas crianças eram cuidadas não somente pelos pais, mas por toda a comunidade. Todos os residentes ensinavam, amavam e nutriam a nova alma conforme ela crescia, ajudando-a a entender a Terra e a existência física neste planeta.
Existia um reino animal na Atlântida. Todos os animais viviam em harmonia. Não se devorava a vida para sustentá-la naquele tempo. Os animais que vieram para essa cominidade eram tão alimentados pela energia do amor, da divindade e do poder cristalino, que por sua própria natureza eram diferentes. Se o animal fosse carnívoro, ele não o era mais na Atlântida. Sim, havia uma maravilhosa era dourada de paz.
Os filósofos evoluíam continuamente em seu entendimento filosófico. Eles estendiam seus processos de pensamento para além da vida neste planeta quando começaram a compreender a vida em toda a galáxia. Eles conheciam muito mais de seu sistema solar do que vocês conhecem hoje e compreendiam muito mais coisas acerca do Universo. Eles compartilhavam essa compreensão da vastidão e da beleza da vida com todas as pessoas.
O que se comia na Atlântida? Jamais se pensava em comer carne. Consumia-se frutas, vegetais e nozes. Muitos de vocês têm hoje esse desejo interior, normalmente num momento em que estão em um despertar espiritual superior. Vocês não escolhem internalizar essa vibração; ela tem pouco a ver com adquirir vida, mas sim com aquela vibração dentro de si próprios.Quando eles comiam, não era para nutrir-se, para sustentar a vida. Havia uma vibração em cada fruto, em cada vegetal e cada flor, pois os atlantes também consumiam flores. Consumiam principalmente não apenas para agradar o paladar, mas pela vibração que se dava em seus corpos. Sua energia freqüentemente era equilibrada dessa maneira porque eles tinham o conhecimento das diversas vibrações.
Desse modo, comer tinha mais a ver com o equilíbrio energético do que com a fome ou a necessidade de sustentar a vida. Jamais eles pensariam em consumir qualquer coisa que não pertencesse à vida vegetal. Por que? Porque esse outro tipo de vibrações não estava em harmonia com as vibrações de seus próprios corpos. Tal ato teria mudado sua vibração para um estado de confusão. Por isso eles eram muito cuidadosos quanto ao fato de que qualquer coisa que consumissem tivesse uma vibração que se harmonizasse com a sua própria. Eles realmente se misturavam com a vibração antes de consumi-la para verificar se era satisfatória. Se não, eles a reverenciavam e a punham de lado.
Os atlantes possuíam um vasto conhecimento e compreensão sobre energia. Eles sabiam como criar a partir de energia pura; por isso podiam criar arte com luz e a forma artística mudava conforme os pensamentos da alma observassem as mudanças da alma. Hoje, vocês nem mesmo começaram a descobrir através da ciência ou da tecnologia o que os atlantes compreendiam acerca da energia. Eles podiam formar a partir de simples energia pura o que quer que fosse necessário para garantir sua existência.
Os atlantes não se casavam, do modo como vocês entendem o casamento hoje em dia. Muitas vezes uma união era constituída por um casal por algum tempo, até que um dos membros decidisse partir. Haveria então uma união com outra alma. As uniões raramente se dissolviam por causa da desarmonia, e quando esta existia, o casal ia para um tribunal constituído por uma união de filósofos e geralmente o fator de desarmonia normalmente era solucionado.Raramente ocorria ali qualquer coisa que não fosse resolvida. Era um tempo de grande paz. Essa era dourada da Atlântida foi um tempo pacífico do qual vocês se lembram vagamente em sua memória longínqua.Nascer fisicamente era pouco usual na Atlântida porque as pessoas haviam compreendido como deixar seus corpos e voltar quando quisessem. Mas quando as crianças nasciam essa era uma ocasião grandiosa e alegre. Quando uma alma optava por nascer fisicamente, essa era normalmente sua primeira encarnação na Terra. Os pais cuja energia era totalmente compatível com a nova alma eram cuidadosamente escolhidos. Essas crianças eram cuidadas não somente pelos pais, mas por toda a comunidade. Todos os residentes ensinavam, amavam e nutriam a nova alma conforme ela crescia, ajudando-a a entender a Terra e a existência física neste planeta.
Existia um reino animal na Atlântida. Todos os animais viviam em harmonia. Não se devorava a vida para sustentá-la naquele tempo. Os animais que vieram para essa cominidade eram tão alimentados pela energia do amor, da divindade e do poder cristalino, que por sua própria natureza eram diferentes. Se o animal fosse carnívoro, ele não o era mais na Atlântida. Sim, havia uma maravilhosa era dourada de paz.
Os filósofos evoluíam continuamente em seu entendimento filosófico. Eles estendiam seus processos de pensamento para além da vida neste planeta quando começaram a compreender a vida em toda a galáxia. Eles conheciam muito mais de seu sistema solar do que vocês conhecem hoje e compreendiam muito mais coisas acerca do Universo. Eles compartilhavam essa compreensão da vastidão e da beleza da vida com todas as pessoas.
O que se comia na Atlântida? Jamais se pensava em comer carne. Consumia-se frutas, vegetais e nozes. Muitos de vocês têm hoje esse desejo interior, normalmente num momento em que estão em um despertar espiritual superior. Vocês não escolhem internalizar essa vibração; ela tem pouco a ver com adquirir vida, mas sim com aquela vibração dentro de si próprios.Quando eles comiam, não era para nutrir-se, para sustentar a vida. Havia uma vibração em cada fruto, em cada vegetal e cada flor, pois os atlantes também consumiam flores. Consumiam principalmente não apenas para agradar o paladar, mas pela vibração que se dava em seus corpos. Sua energia freqüentemente era equilibrada dessa maneira porque eles tinham o conhecimento das diversas vibrações.
Desse modo, comer tinha mais a ver com o equilíbrio energético do que com a fome ou a necessidade de sustentar a vida. Jamais eles pensariam em consumir qualquer coisa que não pertencesse à vida vegetal. Por que? Porque esse outro tipo de vibrações não estava em harmonia com as vibrações de seus próprios corpos. Tal ato teria mudado sua vibração para um estado de confusão. Por isso eles eram muito cuidadosos quanto ao fato de que qualquer coisa que consumissem tivesse uma vibração que se harmonizasse com a sua própria. Eles realmente se misturavam com a vibração antes de consumi-la para verificar se era satisfatória. Se não, eles a reverenciavam e a punham de lado.
Os atlantes possuíam um vasto conhecimento e compreensão sobre energia. Eles sabiam como criar a partir de energia pura; por isso podiam criar arte com luz e a forma artística mudava conforme os pensamentos da alma observassem as mudanças da alma. Hoje, vocês nem mesmo começaram a descobrir através da ciência ou da tecnologia o que os atlantes compreendiam acerca da energia. Eles podiam formar a partir de simples energia pura o que quer que fosse necessário para garantir sua existência.
COMÉRCIO GALÁCTICO
A Atlântida era grande, embora a população tenha sido muito pequena por um tempo. Ela chegou a se tornar uma população intergaláctica. Lembrem-se que nós lhes contamos que o Templo da Cura se tornou intergaláctico. Ele era conhecido como o "lugar de cura" deste sistema solar e trouxe uma população intergaláctica, logo uma necessidade de entender as diferentes culturas e as várias energias. A Terra era o lugar em que as almas se intercombinavam e adquiriam uma maior compreensão umas das outras. A Atlântida possibilitou uma oportunidade que não houvera antes. Não somente era culturalmente avançada, mas tinha um ambiente pacífico que permitia a aceitação de toda a vida. Havia muito pouco julgamento de quem era "melhor’ ou de quem estava "certo". Todas as coisas eram muito bem aceitas do jeito que eram.
Os atlantes não vivenciaram conflitos em sua Idade Dourada; por isso se tornaram mestres da compreensão e do uso da energia. Outros não mais vinham de galáxias distantes para ajudá-los, sim para aprender com essa grande cultura. Os atlantes desenvolveram a tecnologia que atraiu seres de toda a galáxia. Muitos não haviam desenvolvido a tecnologia para viajar para cá, mas os atlantes sim. Eles se tornaram os mestres de seu tempo e deuses do universo, por assim dizer. Eram conhecidos por seu abarcar aberto de todas as coisas e por sua compreensão da vida. Eram conhecidos também por seu belo Templo da Cura. Não temos palavras para transmitir-lhes a beleza, o poder e a simplicidade do Templo de Cura atlante.
COMPREENDENDO AS ENERGIAS VIBRACIONAIS
Vamos falar sobre os sistemas de transporte atlantes. A população era transportada de um ponto a outro através de câmaras de cristal. Quando entravam nessas câmaras suas moléculas eram transferidas de uma câmara a outra. Não havia sistemas de transportes tais como os que conhecemos hoje. Eles faziam viagens espaciais intergalácticas. Embora houvesse espaçonaves físicas, a viagem era freqüentemente feita por meio de transferência energética. Lembrem-se de que os atlantes haviam dominado a energia e a entendiam de um modo como ela nunca havia sido entendida antes ou, então, neste planeta.
Quando as pessoas entendem como usar a energia e compreendem suas formas vibracionais, elas se tornam totalmente ilimitadas. Não há nada que tal pessoa não possa atingir ou criar. A Atlântida tornou-se a Meca desse conhecimento. Os atlantes se tornaram superiores em seu conhecimento em relação aos seres que haviam estabelecido a Atlântida anteriormente. Os fundadores deixaram por legado conhecimento suficiente que, com os recursos humanos, foi capaz de evoluir muito rapidamente. Quando a humanidade não está dissipando suas energias em conflitos, vocês não fazem idéia de quão superior é sua criatividade ou quão longe podem ir suas possibilidades. Nós diríamos a vocês, pelo fato de não estarem querendo deixar de lado seus conflitos interiores, que deixem só os conflitos em seu mundo, vocês não estão conscientes de sua própria grandeza.
Quando as pessoas entendem como usar a energia e compreendem suas formas vibracionais, elas se tornam totalmente ilimitadas. Não há nada que tal pessoa não possa atingir ou criar. A Atlântida tornou-se a Meca desse conhecimento. Os atlantes se tornaram superiores em seu conhecimento em relação aos seres que haviam estabelecido a Atlântida anteriormente. Os fundadores deixaram por legado conhecimento suficiente que, com os recursos humanos, foi capaz de evoluir muito rapidamente. Quando a humanidade não está dissipando suas energias em conflitos, vocês não fazem idéia de quão superior é sua criatividade ou quão longe podem ir suas possibilidades. Nós diríamos a vocês, pelo fato de não estarem querendo deixar de lado seus conflitos interiores, que deixem só os conflitos em seu mundo, vocês não estão conscientes de sua própria grandeza.
A LUTA POR PODER
Infelizmente, chegou o tempo em que os atlantes começaram a utilizar seu conhecimento da energia de modos que começaram a servir a poucos. Esse uso do ego voltado da energia lançou sementes de desarmonia que começaram a crescer. Surgiu a discórdia quanto ao uso apropriado da energia criativa, e então as linhas de divisão cresceram entre os dois lados do rio. Os filósofos, os curandeiros e os comunicadores da margem esquerda e os cientistas e técnicos da margem direita começaram uma luta por poder, pois o mestre havia há muito deixado vago o templo sagrado no centro do "Grande Rio da Vida". A luta pelo poder que durou por vários milênios, finalmente, foi parar nas mãos da comunidade tecnológica e científica. Eles sabiam como manipular a energia para seus próprios propósitos. Cada vez mais eles criavam coisas que não beneficiavam a todos, mas apenas a uns poucos. Aqueles que estavam no poder sentiram que as diferenças culturais refletiam níveis diferentes de compreensão. Sentiram-se superiores àqueles que sentiam a filosofia. Os do lado da ciência e da tecnologia acreditavam que os outros eram inferiores, de uma classe mais baixa, e sendo assim, não tinham entendimento e habilidade para governar. Os filósofos, isolados em uma área da Atlântida, foram os primeiros a serem atacados pelos da margem "direita" do rio. Vocês perguntariam: "Como isso pode acontecer?" Os líderes da margem direita reuniam os filósofos em uma junta de negócios atlantes. Então eles colocavam um campo de energia em torno dos filósofos que não poderia ser penetrado de nenhum dos lados. Embora tudo tenha sido fornecido para a existência dos filósofos, eles não mais tiveram uma influência na cultura.
Então os líderes começaram a dividir a Atlântida em setores. Eles realocaram diferentes culturas em comunidades isoladas. Campos energéticos foram colocados em torno desses setores a fim de eliminar a comunicação intercultural. Os líderes que passaram ao controle principiaram a utilizar seu conhecimento da energia de uma maneira que sentiam que criariam o que jamais tinha sido criado antes. Eles ficaram intoxicados com o prospecto da criação. Perceberam que, quando se sabe como manipular a energia por meio de uma forma vibracional, a criação não é difícil. Não havia nenhuma limitação nem consideração quanto ao bem comum quando construíram sua tecnologia. Eles erigiram um enorme obelisco de cristal que pulsava com uma energia que subjugava a todos. A população não estava infeliz, ninguém queria se rebelar. Era como se essas energias que dizem: "Você é feliz", fossem aceitas por toda a população. Havia um controle total sobre todos.
Compreendam que os líderes numeravam menos de dez por cento da população - de fato, cerca de 8,9 por cento. Quando o grupo da margem direita começou a tomar o controle, eles ficaram cada vez mais intoxicados com seu próprio poder de criação.
Então os líderes começaram a dividir a Atlântida em setores. Eles realocaram diferentes culturas em comunidades isoladas. Campos energéticos foram colocados em torno desses setores a fim de eliminar a comunicação intercultural. Os líderes que passaram ao controle principiaram a utilizar seu conhecimento da energia de uma maneira que sentiam que criariam o que jamais tinha sido criado antes. Eles ficaram intoxicados com o prospecto da criação. Perceberam que, quando se sabe como manipular a energia por meio de uma forma vibracional, a criação não é difícil. Não havia nenhuma limitação nem consideração quanto ao bem comum quando construíram sua tecnologia. Eles erigiram um enorme obelisco de cristal que pulsava com uma energia que subjugava a todos. A população não estava infeliz, ninguém queria se rebelar. Era como se essas energias que dizem: "Você é feliz", fossem aceitas por toda a população. Havia um controle total sobre todos.
Compreendam que os líderes numeravam menos de dez por cento da população - de fato, cerca de 8,9 por cento. Quando o grupo da margem direita começou a tomar o controle, eles ficaram cada vez mais intoxicados com seu próprio poder de criação.
O FIM
Na terceira geração em que a população ficou isolada - cerca de três ou quatro mil anos em sua estrutura de tempo — a Atlântida e sua outrora bela cultura começaram a degenerar-se. Naquele tempo a vibração energética era tão pesada que a terra do continente não era capaz de sustentar o peso. Ocorreram divisões na terra, criando separações e formando novas ilhas. Houve erupções na terra, pois a própria terra não era suficientemente forte para suportar o que estava ocorrendo. O belo Templo da Cura não mais estava funcionando, quando a ciência substituiu os curandeiros. A comunidade intergaláctica não mais visitou a outrora bela Atlântida. Na medida em que o país caía rapidamente em decadência, os atlantes lançaram um grito por ajuda. O próprio povo que era responsável pela destruição, utilizando o que eles acreditavam que fosse seu direito criativo, lançou um grito. Eles disseram: "Nós cometemos um erro enorme. O que poderá salvar a cultura?" Mas nesse ponto já nada podia ser feito.
Nesse tempo de declínio, a Atlântida estava vazia de espiritualidade. Essa foi a parte mais triste de todas. Não foi o que acontecera cientificamente, o que fora trazido pela tecnologia - nem mesmo o obelisco que subjugara o povo ou os campos energéticos que os separaram. A parte mais triste foi a perda de sua espiritualidade.
Ora, como em todas as coisas, houve sobreviventes. Todos os campos energéticos cessaram de existir. Não havia mais nenhum controle desses campos energéticos, nem entre aqueles que manifestaram desejo de controlá-los. Eles bradaram em agonia ao perceberem o que haviam criado. Os sobreviventes levaram a estória da Atlântida para uma terra distante onde contaram aquilo de que se lembravam. Foi quando foram postos em um estado de animação suspensa que a verdadeira história da Atlântida e de sua grandiosidade vieram à tona. Assim, suas lendas da Atlântida provêm do grupo de sobreviventes que contaram sobre as maravilhas da Atlântida e sobre como sua terra foi destruída.
Havia um grande amor pela população da Terra. Aqueles seres que haviam criado a Atlântida tomaram um punhado de almas que eram as de espírito mais puro e as menos encerradas em seus próprios medos e as transportaram para uma terra distante que ficou conhecida como Egito antigo.
A PROMESSA
Existem muitos mitos referentes à Atlântida, pois o seu tempo foi um grande tempo em seu planeta. Foi o zênite da compreensão da grandeza da humanidade. O mestre que outrora residiu no templo sagrado no meio do Grande Rio fez uma promessa à Atlântida. Essa promessa estabelecia que quando a consciência da humanidade se elevar novamente ao nível da Atlântida no auge de sua Idade Dourada, vocês conhecerão novamente a paz e a beleza. Àquelas almas foi dito que a elas caberia a maior responsabilidade de restaurar à Terra a beleza da Idade Dourada da Atlântida. Se você têm um grande interesse pela Atlântida, então você esteve lá. Se um grande desejo de conhecer mais sobre a Atlântida o persegue, então você esteve lá. Se você sente uma grande responsabilidade pela humanidade, sua alma pode sentir que você tem um débito não pago pelo tempo que viveu na Atlântida. Você pode ter encarnado para ajudar o processo de restauração que agora ocorre. Se, às vezes, você se sente confuso ou em busca de uma direção na vida, então eu lhe diria que você, provavelmente, viveu na Atlântida quando muitas almas foram subjugadas. Foi um tempo muito triste. Os atlantes aqui agora são aqueles que têm mais probabilidade de manter contato com seres intergalácticos. Se você de algum modo se sentem conectado com seres e viagens intergalácticos, então você provavelmente viveu durante aquele tempo.
A ELEVAÇÃO DA ATLÂNTIDA
A Atlântida está se elevando? Sim, porém não como uma massa de terra fixa. É um estado de consciência que existirá bem aqui, bem agora. A Atlântida está em um ponto de consciência. Vocês podem reviver a Atlântida hoje se quiserem, pois o tempo é uma ilusão. O que nós pensamos que vocês irão fazer é a reconstrução da Idade Dourada, mas façam isso da melhor maneira. Talvez vocês venham a ter uma compreensão mais clara da grandeza e da beleza de quem vocês são. Meditem a toda hora, enviem luz a todo momento, rezem com freqüência, amem sempre sem estabelecer condições. Desse modo vocês estarão trazendo de volta a consciência que tinham na Idade Dourada da Atlântida à sua consciência de massa.
Salem, a Grande Luz, através de Diandra
http://www.amaluz.com.br/arquivo/1999/78_1.htm AMALUZ – Ano VII, n.78, 1999
Fonte: www.caminhosdeluz.org
O templo de Cura Atlante

O templo de cura atlante era um edifício circular. A única luz que penetrava o templo vinha através de um amplo domo no teto. Este domo era ajustável de modo que a luz do Solm pura ou filtrada, podia penetrar através do teto sempre que fosse requerida. O domo também podia ser fechado de maneira que nenhuma luz do Sol entrasse no templo.
A entrada do templo era retangular. Ele era construído de pedra branca brilhante; essa pedra parecia preenchida por mica e por cor, e a pesada barra de pedra que fazia girar a porta tinha esculpida um cisne branco com sua nobre cabeça levantada e se movendo graciosamente para fora.
Havia grupos de pilares compostos de pedras preciosas brancas, que podiam ser curvadas, mas não podiam ser quebradas. Elas eram moldadas para formar um círculo perfeito em pé e os degraus eram retangulares, na mesma pedra branca brilhante que o edifício.
Não havia portões ou paredes para guardar seus jardins. Os jardins eram repletos de flores; grandes leitos de malmequeres em sua estação, tulipas, girassóis e muitas das pequenas e docemente perfumadas rosas. Todas davam sua gloria para a cura das pessoas.
Logo perto da entrada havia um grande cristal marcador do tempo. Este poderoso cristal protegia o Templo contra quaisquer vibrações prejudiciais e negatividades.Ele não permitia que nenhuma pessoa entrasse no templo, a menos que aquela pessoa tivesse uma razão genuína e pura para faze-lo. O cristal sabia tudo, nada podia ser escondido.
Dentro da entrada havia um grande corredor, tanto para a esquerda como para a direita. Ao redor do círculo central havia duas amplas passagens que levavam aos três templos espirais, que se encontravam no final do edifício central. Estes templos também eram circulares. Não havia uma entrada a partir do templo principal, mas as entradas eram através de portas com cortinas pesadas, abrindo-se para essas passagens, que se estreitavam à esquerda e à direita do templo principal.
O templo central circular era um pequeno templo especial, onde os curadores estudavam e eram treinados, e à direita do templo estava o templo do Ensinamento; à esquerda estava o Templo da Pesquisa – não pesquisa no sentido em que é usado atualmente, associada a coisas materiais, mas pesquisa em tudo que se refere à cura do corpo e da alma.
Todos os ensinamentos eram passados no Templo do Ensinamento. Todo o treinamento dos curadores, onde eles eram usados como instrumentos e não se requeria que usassem sua mente ou cérebro, era feito no terceiro Templo.
Os estudantes que vinham ao Templo de Cura eram obrigados a se especializar em uma destas artes e eram alocados e colocados no Templo do Ensinamento ou no Templo de Cura ou no Templo da Pesquisa. Não era permitido que eles seguissem os três cursos de uma vez; eles tinham que provar sua capacidade em sua primeira escolha antes que fosse permitido que eles fizessem um segundo curso em um dos templos.
O Templo Central de Cura estava construído sobre um lago e hoje em dia vocês encontrarão sua contrapartida muito freqüentemente nas piscinas que podem ser cobertas por um piso de madeira, mas neste caso o piso era de ametista, cálido ao toque dos pés descalços e radiante com luz e poder.
Na entrada do templo central estavam os quartos de vestir para os sacerdotes curadores, os estudantes e os noviços; todos construídos em pedra branca reluzente e, embora muito austeros, muito bonitos em harmonia de cor e desenho.
Entre os quartos de vestir, que eram semelhantes aos cubículos encontrados nos Banhos para Natação, havia uma passagem onde haviam outros cubículos que eram usados para a limpeza e purificação dos corpos dos clientes.
A cura no tempo da Atlântida, não ocorria em poucos minutos como atualmente; um cliente era solicitado a visitar o Templo muitas vezes para a purificação de seu corpo físico. Seu cabelo era cortado até a nuca durante seu período de cura e, após banhos em água de fonte, eles passavam em banhos de água morna perfumada, antes de receberem uma vestimenta branca de linho, com a qual eles deveriam se apresentar diante de seu curador.

Na primeira das pequenas câmaras de cura, o paciente tinha que passar pela purificação do corpo etérico e ali, os curadores, com seus poderes de clarividência e intuição, fortificados pelo seu serviço no templo, procurariam por quaisquer locais escuros, ou falta de luz nos chakras ou no corpo etérico como um todo. O paciente só poderia seguir adiante para a próxima câmara de cura quando o sacerdote curador encarregado deste quarto particular pudesse relatar que o corpo etérico estava completamente limpo e cheio de luz.
No próximo cubículo, a maioria dos clientes ficavam muito mais tempo que no primeiro, pois aqui o cansaço da mente deveria ser liberado e enquanto a mente relaxava e o corpo, em harmonia, relaxado, o cliente falava a seu mestre, contando-lhe das ansiedades que o perturbavam e da fadiga da alma que o oprimia.
Isto é análogo ao que atualmente chamamos de psicanálise e pode mesmo ser um longo processo. Portanto o trabalho feito neste quarto mental era de uma natureza verdadeiramente especializada.
Somente os mais elevados - e mais experientes - sacerdotes tratavam destes clientes, e muitas horas do dia eram dadas para o completo relaxamento e uma conversa agradável e a ingestão de frutas para a limpeza do corpo físico. Em particular, os clientes tomavam sucos de frutas cítricas e água mineral, que tinham um papel importante no total do processo de cura.
Quando o paciente já tinha passado por todos os testes necessários, ele ia para o segundo templo, para a cura do corpo físico, mas não antes que o lado negativo de sua personalidade – ódio, ciúme, inveja, egoísmo – tivesse sido completamente ultrapassado; pois enquanto qualquer desses sentimentos se agita na mente, o corpo não pode ser considerado total e limpo.
No grande templo central haviam três sessões diárias de cura. Em uma galeria que ficava ao redor do templo, abaixo do nível das janelas, ficavam homens e mulheres estudantes, aos quais eram ensinados cantos e música maravilhosos e nesta galeria eles cantavam cantos rítmicos e canções espirituais enquanto as sessões de cura estavam ocorrendo no templo abaixo.
Doze curadores sob a tutoria de um sacerdote trabalhavam em doze clientes ao mesmo tempo. Os leitos, sobre os quais os pacientes se deitavam, eram feitos de mármore branco, construídos como caixas retangulares; o topo também era feito da mesma pedra que não podia ser quebrada ou cortada, e cada leito era composto de pedra de uma cor, representando um raio.
Quando o paciente deixava o último quarto de cura, ele recebia uma estrela de seis pontas da cor do leito que ele deveria ocupar. Ele dava esta estrela para o sacerdote encarregado dos clientes do templo e ela era presa em sua testa pelo sacerdote, de maneira que quando ele entrasse na grande câmara de cura, o sacerdote-curador que pertencesse àquela particular mesa de cura, desse as boas vindas ao seu cliente.
Assim que o paciente deitava na mesa de cura, as radiações de sua aura se projetavam como uma emanação ao redor de sua cabeça e seu corpo, iluminando assim todo o canto do quarto onde ele estava deitado, e abrindo para si mesmo o poder de absorver os éteres do solo e os éteres de luz que o rodeavam.
Se, entretanto, o cliente não fosse capaz de irradiar esses éteres, então os curadores ficavam ao redor daquele leito particular, imóveis e em meditação, até que todos os outros onze clientes tivessem sido tratados pelos seus curadores e o cliente então tinha que retornar à preparação no plano mental, para aprender um período posterior de relaxamento. Isto ocorria raramente porque normalmente todos os pacientes eram preparados e estavam completamente relaxados quando eles chegavam à grande câmara de cura.
Havia quarto curadores para cada leito; o Sacerdote Iniciado à direita, o segundo sacerdote à esquerda, o terceiro e quarto sacerdotes nos pés. O Sacerdote Iniciado dirigia a cura e os dois sacerdotes nos pés passavam energia, com as palmas das mãos, através dos pés dos clientes.
Cada curador usava uma vestimenta da cor de seu próprio raio e uma capa sobre seus ombros, também da mesma cor. Durante a sessão de cura este manto, pego pelos cantos, seria virado do avesso, unido na barra por um broche com pedras preciosas.
Quando a sessão de cura estava completa, permitia-se aos clientes um período de relaxamento de aproximadamente trinta minutos. No final deste período, os curadores deixavam seus clientes e o sacerdote encarregado do templo levava os clientes de volta ao quarto de vestir, onde eles recebiam uma refeição que consistia de mel no favo, milho amassado e leite e eram então enviados para suas casas.
http://www.malacti.com/atemple.htm
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A Misteriosa Herança dos Atlantes - Parte I

Durante muitos anos, as maravilhas arquitetônicas do Egito foram interpretadas como mero capricho estético dos antigos: a grandiosidade das pirâmides foi atribuída à "megalomania" dos faraós, a uma necessidade exagerada de afirmar seu poder para além da morte. Entretanto, estudiosos de mente mais ampla entendem as "excentricidades" dos antigos monarcas como expressão de realidades mais objetivas.
A Grande Pirâmide, chamada pirâmide de Quéops, é muito mais antiga do supuseram os primeiros arqueólogos. Estudos minuciosos mostraram que ao invés de 3.500 anos de idade, a construção daquela pirâmide data de pelo menos 10 mil anos ou mais.
Outro dado "folclórico" diz respeito à finalidade da grande pirâmide bem como de todo o complexo de Gizé (que inclui mais duas pirâmides e a Esfinge). Considerada como uma gigantesca sepultura, a Grande Pirâmide, na verdade, não apresenta indícios de ter servido a essa finalidade, com suas paredes nuas, sem inscrições e suas câmaras reais vazias, sem sarcófagos ou indícios de serventia funerária.
Além disso, as imagens gravadas em tantas paredes de templos egípcios ― e de outras civilizações do norte da África e Oriente Médio, também não são entendidas como caprichos da imaginação dos artistas do passado. O céu diferente, com os astros dispostos de forma diversa do mapa celeste atual, revelam-se agora, com o estudo da astronomia antiga (ou arqueológica), como um firmamento verdadeiro, o céu tal como ele parecia há muitos milênios atrás, muito antes do supunham os historiadores. [Observe-se o crânio cônicos das figuras sentadas no colo do faraó]
O céu representado no templo de Dendera, por exemplo, (o zoodíaco de Dendera) reflete a posição dos corpos celestes há mais de 20 mil anos e, no entanto, a "história oficial" somente reconhece uma antiguidade de 5 mil anos para a invenção da escrita e o início da instituição dos grandes estados teocráticos da antiguidade.
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A Misteriosa Herança dos Atlantes - Parte II

Enigmas de Gizé
Estudo realizados nos anos de 1990 revelaram que a Grande Esfinge do Egito, situada ao lado das três pirâmides da meseta de Gizé, mostra sinais de erosão causada por chuva, assim como os outros edifícios do complexo. Isso significa que os monumentos de Gizé ficaram expostos a um clima que há muito não existe no Egito. Estudos geoclimáticos indicam que somente no passado, há 7 mil ou 9 mil anos atrás, aquele território teve um clima mais úmido e vegetação abundante - "clima luxuriante de selva verde".
Ainda assim, há de se contar o tempo necessário para se fazerem notáveis os efeitos desta erosão, tão sutil. Algo em torno de milhares de anos. Esse resultado contesta definitivamente os prognósticos clássicos de idade das pirâmides e da esfinge, que davam ao conjunto, cerca de 3 mil a 4 mil anos, apenas.
Outra evidência da antiguidade das construções em Gizé foi apurada primeiramente por Robert Bauval que ficou intrigado com a aparente falta de simetria da disposição das pirâmides e esfinge. Bauval descobriu, então, a relação entre as pirâmides e a constelação de Orion, estabelecendo a famosa teoria do alinhamento das pirâmides de Gizé com as estrelas daquela constelação. Além de estarem alinhadas as pirâmides têm outras relações com aquelas estrelas, como os tamanhos proporcionalmente correspondentes.
O pesquisador compreendeu que os arquitetos de Gizé criaram uma duplicação perfeita do céu estrelado, uma idéia que se encaixou perfeitamente com o conceito hermético (conhecido no antigo Egito) de conexão entre o mundo físico e o mundo espiritual. Toda a geografia do lugar, incluindo o traçado do Nilo, são "fatorizados" harmoniosamente no plano. Outras pirâmides nas cercanias são relacionadas a outras estrelas, estrelas imortalizadas em pedra, na Terra.
O aspecto mais importante do argumento de Bauval é que o complexo de Gizé foi, obviamente, construído como um código à prova de tempo, utilizando o movimento natural e lento da Terra, conhecido com precisão. O "código de Gizé" exige, portanto, um saber muito específico sobre ciclos de tempo demasiado longos. Usando um programa conhecido como Skyglobe, Bauval comprovou que a época mais recente em que a Via Láctea estava alinhada com o rio Nilo foi há aproximadamente 12.500 anos; e assim o complexo de Gizé vai se mostrando ainda mais velho do era imaginado.
Nefertite, rainha do Egito ou Faraó! A figura de Nefertite é envolta em mistério. Não se sabe nada sobre seus antepassados. Casada com o faraó Akenatón não foi uma rainha-sombra de seu marido. Não há dúvida de que participou ativamente da política. Associada ao poder, foi representada usando a coroa farônica e em outras atitudes viris, como conduzindo seu carro de batalha, golpeando seus inimigos com uma clava, imagens típicas de faraós reinantes. A cabeça de Nefertite é um caso à parte. Tal como uns outros tantos personagens egípcios, seu crânio é estranhamente alongado. Ufólogos especulam: seria uma espécie humana diferente dos sapiens?
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A Misteriosa Herança dos Atlantes - Parte III
Técnicas Avançadas de Perfuração
Outro descobrimento recente para a admissão de uma civilização mais que antiga ― arcaica e não obstante, muito avançada, vem dos estudos de Christopher Dunn, cuja especialização principal é "perfuração". Dunn demonstrou que certos artefatos, incluindo o Cofre de Granito, na "Câmara do Rei" da Grande Pirâmide, mostram sinais de técnicas elaboradas de perfuração que superam qualquer resultado obtido com máquinas e/ou ferramentas contemporâneas.
O Cofre de Granito foi escavado com alguma espécie de broca em forma de tubo que poderia ter feito o serviço de uma só vez. O mais incrível são os padrões em espiral que ficaram no granito, demonstrando que a broca era capaz de perfurar de uma vez 1/10 (um décimo) de polegada por segundo. Todavia, o granito é uma pedra tão dura que os mais modernos sistemas de perfuração usam pontas de diamante para perfurar 1/100 (um centésimo) de polegada por segundo.
Outras peças intrigantes são os cântaros e estátuas de diorita, mineral de cor escura, considerada uma das pedras mais duras do planeta. Estes jarros têm o gargalo muito fino e foram produzidos, cada um, em um só bloco de pedra. As aberturas de alguns cântaros não têm diâmetro suficiente sequer para o dedo de uma criança e, no entanto, seus interiores são perfeitamente ocos. Dunn especula que uma perfuradora para tal serviço talvez funcionasse com ultra-som, mas isso, é apenas uma hipótese.
Aviação
Outros sinais da existência de uma civilização científica no passado são encontrados em ruínas Incas-Maias. Nas tumbas incas foram encontrados pequenos pingentes de ouro com milhares de anos de idade. Estes pingentes reproduzem estruturas de veículos voadores. Para demonstrar que estes minúsculos enfeites representavam equipamentos reais, os cientistas Dr. Algund Eeboom e Peter Belting desenharam diagramas esquemáticos perfeitamente correspondentes aos objetos. Ao expandirem as imagens o suficiente para construir modelos funcionais descobriram que, simplesmente, colocando uma hélice na frente e estabilizadores atrás os aviões não só voavam como eram capazes de executar manobras aeronáuticas completas por meio de um controle remoto.
Hoagland também assinala que são muito comuns os planadores em forma de pássaro encontrados em tumbas egípcias. Estes planadores também possuem notáveis similitudes com aviões reais e são capazes de realizar longos vôos. Ao que parece os antigos egípcios também estavam a par das técnicas de aeronáutica. Esses modelos, encontrados ainda em outras culturas que jamais tiveram contato entre si, sugerem que em algum tempo existiu uma sociedade tecnológica dotada de uma aviação funcional de grande potência.
Ainda que se possa objetar que não há nenhum sinal, nenhum fragmento remanescente de modelos de aeronaves em tamanho real, isso pode ser facilmente explicado pelo período de tempo passado, mais de 10 milênios, tempo suficiente para corroer qualquer objeto exposto às intempéries. E se uma civilização é subitamente apanhada por um cataclismo de extensão planetária e, ainda, se a maior parte dessa civilização submergiu nas profundezas dos oceanos, mais compreensível se torna a ausência de evidências, exceto estes pequenos objetos que se conservaram no abrigo das sepulturas e ruínas soterradas.
Os pequenos modelos poderiam ser considerados objetos sagrados, recordação de uma cultura que foi varrida da face da Terra. Os modelos que se conservaram possivelmente são copiados, reproduções produzidas durante milhares de anos pelos sobreviventes da cultura desaparecida, os "sobreviventes" e suas gerações subseqüentes, como os Incas, os Egípcios, os Sumérios, os Cretences do mar Egeu etc.. As miniaturas de aeroplanos foram símbolos do "tempo do deuses", quando a humanidade tinha conquistado o céu e podia voar com a simplicidade de uma tecnologia tão avançada que parecia ser sobre-humana, mágica, coisa de seres divinos, um "mito".

Vimanas: parecidos demais com espaçonaves, seja nas descrições védicas, seja em representações pictográficas. Também nas escrituras hindus, relatos de guerras com utilização de armas e destruição semelhante ao que poderia ser causado por uma explosão atômica.

DIR.: O vidro verde é solo vitrificado do deserto de Gobi; um fenômeno característico de lugares que sofreram explosão atômica. "De acordo com os geólogos, este fenômeno é causado quando a areia é submetida a temperaturas excepcionalmente altas." Essas formações são estranhamente encontradas nos vale do Eufrates, nos desertos de Gobi e no Saara, no Iraque, na Escócia, Egito e Turquia.
Energia Atômica
Essa civilização que sumiu sem deixar quaisquer certezas de sua existência tem sido, freqüentemente, reconhecida como a lendária nação Atlante. As evidências da realidade dos Atlantes, embora não possua provas materiais definitivas possui numerosos registros conservados em escrituras sagradas de povos de todo o mundo. Relatos que por muito tempo foram considerados meras fantasias ou alegorias ligadas a temas religiosos.
Contudo, a exegese mais imparcial de muitos desses textos deixa claro que muitas daquelas "alegorias" são, na verdade, descrições de objetos que existiram e reportagem de fatos históricos. Segundo David Hatcher Childress em seu livro El Avion Vimana:
A Índia, há 15 mil anos, era conhecida como Império de Rama, uma terra contemporânea à Atlântida. Uma grande riqueza de textos existente na Índia testifica que havia mais de uma avançada civilização há mais de 26 mil anos. Guerras terríveis e mudanças geofísicas no planeta destruíram essas civilizações deixando somente núcleos de refugiados, sementes da atual humanidade.
As guerras devastadoras, conhecidas por escrituras hindus como o Ramayana e, principalmente, o Mahabarata, foram o ponto culminante dos conflitos do último Yuga (ou Era), os ciclos cósmicos do tempo. Na dinâmica do Universo existem ciclos dentro de ciclos. Os cálculos dos Yugas segundo os textos hindus permite estimar a idade daquela escritura em 26 mil anos.
Trata-se, portanto, de uma civilização muito mais antiga do que a História oficial está disposta a reconhecer. Mais importante é que nas volumosas escrituras Védicas se repetem as referências a artefatos voadores assim como o uso do que parecem ser armas nucleares que foram usadas em embates devastadores. Algumas descrições védicas dos Vimanas concordam tão perfeitamente com o conceito moderno de "aeroplano" que os estudiosos, invariavelmente, usam esta palavra em traduções para o inglês.
Para avançar um pouco mais neste ponto, examine-se o livro do Dr. Richard L. Thompson, Identidades Extraterrestres. Thompson é um graduado de Cornell com doutorado em matemáticas e também tem um profundo interesse em estudos Védicos e Ufologia. Seu livro aparece como um dos poucos textos genuínos em ufologia, de um autor que apresenta descobrimentos significativos ao invés de simplesmente reunir fatos de segunda mão. Thompson escreve (cap. 7 p 260):
O texto do antigo autor Bhoja, chamado Samarangana-sutradhara, declara que o principal material do corpo de máquina voadora (o vimana) é uma madeira muito leve, o ladhu-daru. A nave tem a forma de um pássaro grande, com uma asa de cada lado. A fonte de força é proporcionada por uma fonte de fogo com mercúrio posto em cima da chama. O poder (força) gerado pelo mercúrio aquecido ajudado por um movimento de "leme" faz com a máquina voe de modo orientado. Eu sugiro que os Vimanas descritos por Bhoja eram muito mais parecidos com aviões convencionais do que com OVNIS, posto que eram feitos de materiais ordinários, como a madeira, tinham asas e eram semelhantes a pássaros.
A descrição védica de uma possível explosão nuclear, ainda em Thompson, transcrevendo um texto antigo de Drona Parva, é suficiente para dar calafrios. Seu horrendo conteúdo faz pensar no quê a humanidade ou uma humanidade pode ter feito consigo mesma no passado:
O valente Adwatthaman, instalando-se resolutamente em seu vimana, invocou a "arma de Agni", ameaçadora até mesmo para o deuses. Apontando para todos os seus inimigos visíveis e invisíveis... inspirado com mantrans, acionou um canhão de fogo... Armas ardentes, aquelas flechas atingiram toda parte refulgindo no firmamento. Uma obscuridade espessa se espalhou na paisagem...
O Universo chamuscado pelos calores parecia estar com febre. Os elefantes e outras criaturas da Terra foram atingidas pela energia desta arma. Corriam de medo, respiravam pesadamente e buscavam abrigo que pudesse protegê-los daquela arma terrível. Até a água fervia exterminando as criaturas que habitam este elemento... Enormes elefantes foram queimados por essa arma.. proferindo ferozes lamentos... Corriam desorientados...
Essa é a descrição espantosa de uma catástrofe deflagrada por um dispositivo de destruição de energia nuclear. Robert Oppenheimer, um dos "pais" da bomba nuclear, teria dito na primeira experiência com um protótipo de bomba moderno: "Esta não é a primeira vez que a humanidade se utiliza da energia nuclear."
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Outro descobrimento recente para a admissão de uma civilização mais que antiga ― arcaica e não obstante, muito avançada, vem dos estudos de Christopher Dunn, cuja especialização principal é "perfuração". Dunn demonstrou que certos artefatos, incluindo o Cofre de Granito, na "Câmara do Rei" da Grande Pirâmide, mostram sinais de técnicas elaboradas de perfuração que superam qualquer resultado obtido com máquinas e/ou ferramentas contemporâneas.
O Cofre de Granito foi escavado com alguma espécie de broca em forma de tubo que poderia ter feito o serviço de uma só vez. O mais incrível são os padrões em espiral que ficaram no granito, demonstrando que a broca era capaz de perfurar de uma vez 1/10 (um décimo) de polegada por segundo. Todavia, o granito é uma pedra tão dura que os mais modernos sistemas de perfuração usam pontas de diamante para perfurar 1/100 (um centésimo) de polegada por segundo.
Outras peças intrigantes são os cântaros e estátuas de diorita, mineral de cor escura, considerada uma das pedras mais duras do planeta. Estes jarros têm o gargalo muito fino e foram produzidos, cada um, em um só bloco de pedra. As aberturas de alguns cântaros não têm diâmetro suficiente sequer para o dedo de uma criança e, no entanto, seus interiores são perfeitamente ocos. Dunn especula que uma perfuradora para tal serviço talvez funcionasse com ultra-som, mas isso, é apenas uma hipótese.
Aviação
Outros sinais da existência de uma civilização científica no passado são encontrados em ruínas Incas-Maias. Nas tumbas incas foram encontrados pequenos pingentes de ouro com milhares de anos de idade. Estes pingentes reproduzem estruturas de veículos voadores. Para demonstrar que estes minúsculos enfeites representavam equipamentos reais, os cientistas Dr. Algund Eeboom e Peter Belting desenharam diagramas esquemáticos perfeitamente correspondentes aos objetos. Ao expandirem as imagens o suficiente para construir modelos funcionais descobriram que, simplesmente, colocando uma hélice na frente e estabilizadores atrás os aviões não só voavam como eram capazes de executar manobras aeronáuticas completas por meio de um controle remoto.
Hoagland também assinala que são muito comuns os planadores em forma de pássaro encontrados em tumbas egípcias. Estes planadores também possuem notáveis similitudes com aviões reais e são capazes de realizar longos vôos. Ao que parece os antigos egípcios também estavam a par das técnicas de aeronáutica. Esses modelos, encontrados ainda em outras culturas que jamais tiveram contato entre si, sugerem que em algum tempo existiu uma sociedade tecnológica dotada de uma aviação funcional de grande potência.
Ainda que se possa objetar que não há nenhum sinal, nenhum fragmento remanescente de modelos de aeronaves em tamanho real, isso pode ser facilmente explicado pelo período de tempo passado, mais de 10 milênios, tempo suficiente para corroer qualquer objeto exposto às intempéries. E se uma civilização é subitamente apanhada por um cataclismo de extensão planetária e, ainda, se a maior parte dessa civilização submergiu nas profundezas dos oceanos, mais compreensível se torna a ausência de evidências, exceto estes pequenos objetos que se conservaram no abrigo das sepulturas e ruínas soterradas.
Os pequenos modelos poderiam ser considerados objetos sagrados, recordação de uma cultura que foi varrida da face da Terra. Os modelos que se conservaram possivelmente são copiados, reproduções produzidas durante milhares de anos pelos sobreviventes da cultura desaparecida, os "sobreviventes" e suas gerações subseqüentes, como os Incas, os Egípcios, os Sumérios, os Cretences do mar Egeu etc.. As miniaturas de aeroplanos foram símbolos do "tempo do deuses", quando a humanidade tinha conquistado o céu e podia voar com a simplicidade de uma tecnologia tão avançada que parecia ser sobre-humana, mágica, coisa de seres divinos, um "mito".

Vimanas: parecidos demais com espaçonaves, seja nas descrições védicas, seja em representações pictográficas. Também nas escrituras hindus, relatos de guerras com utilização de armas e destruição semelhante ao que poderia ser causado por uma explosão atômica.

DIR.: O vidro verde é solo vitrificado do deserto de Gobi; um fenômeno característico de lugares que sofreram explosão atômica. "De acordo com os geólogos, este fenômeno é causado quando a areia é submetida a temperaturas excepcionalmente altas." Essas formações são estranhamente encontradas nos vale do Eufrates, nos desertos de Gobi e no Saara, no Iraque, na Escócia, Egito e Turquia.
Energia Atômica
Essa civilização que sumiu sem deixar quaisquer certezas de sua existência tem sido, freqüentemente, reconhecida como a lendária nação Atlante. As evidências da realidade dos Atlantes, embora não possua provas materiais definitivas possui numerosos registros conservados em escrituras sagradas de povos de todo o mundo. Relatos que por muito tempo foram considerados meras fantasias ou alegorias ligadas a temas religiosos.
Contudo, a exegese mais imparcial de muitos desses textos deixa claro que muitas daquelas "alegorias" são, na verdade, descrições de objetos que existiram e reportagem de fatos históricos. Segundo David Hatcher Childress em seu livro El Avion Vimana:
A Índia, há 15 mil anos, era conhecida como Império de Rama, uma terra contemporânea à Atlântida. Uma grande riqueza de textos existente na Índia testifica que havia mais de uma avançada civilização há mais de 26 mil anos. Guerras terríveis e mudanças geofísicas no planeta destruíram essas civilizações deixando somente núcleos de refugiados, sementes da atual humanidade.
As guerras devastadoras, conhecidas por escrituras hindus como o Ramayana e, principalmente, o Mahabarata, foram o ponto culminante dos conflitos do último Yuga (ou Era), os ciclos cósmicos do tempo. Na dinâmica do Universo existem ciclos dentro de ciclos. Os cálculos dos Yugas segundo os textos hindus permite estimar a idade daquela escritura em 26 mil anos.
Trata-se, portanto, de uma civilização muito mais antiga do que a História oficial está disposta a reconhecer. Mais importante é que nas volumosas escrituras Védicas se repetem as referências a artefatos voadores assim como o uso do que parecem ser armas nucleares que foram usadas em embates devastadores. Algumas descrições védicas dos Vimanas concordam tão perfeitamente com o conceito moderno de "aeroplano" que os estudiosos, invariavelmente, usam esta palavra em traduções para o inglês.
Para avançar um pouco mais neste ponto, examine-se o livro do Dr. Richard L. Thompson, Identidades Extraterrestres. Thompson é um graduado de Cornell com doutorado em matemáticas e também tem um profundo interesse em estudos Védicos e Ufologia. Seu livro aparece como um dos poucos textos genuínos em ufologia, de um autor que apresenta descobrimentos significativos ao invés de simplesmente reunir fatos de segunda mão. Thompson escreve (cap. 7 p 260):
O texto do antigo autor Bhoja, chamado Samarangana-sutradhara, declara que o principal material do corpo de máquina voadora (o vimana) é uma madeira muito leve, o ladhu-daru. A nave tem a forma de um pássaro grande, com uma asa de cada lado. A fonte de força é proporcionada por uma fonte de fogo com mercúrio posto em cima da chama. O poder (força) gerado pelo mercúrio aquecido ajudado por um movimento de "leme" faz com a máquina voe de modo orientado. Eu sugiro que os Vimanas descritos por Bhoja eram muito mais parecidos com aviões convencionais do que com OVNIS, posto que eram feitos de materiais ordinários, como a madeira, tinham asas e eram semelhantes a pássaros.
A descrição védica de uma possível explosão nuclear, ainda em Thompson, transcrevendo um texto antigo de Drona Parva, é suficiente para dar calafrios. Seu horrendo conteúdo faz pensar no quê a humanidade ou uma humanidade pode ter feito consigo mesma no passado:
O valente Adwatthaman, instalando-se resolutamente em seu vimana, invocou a "arma de Agni", ameaçadora até mesmo para o deuses. Apontando para todos os seus inimigos visíveis e invisíveis... inspirado com mantrans, acionou um canhão de fogo... Armas ardentes, aquelas flechas atingiram toda parte refulgindo no firmamento. Uma obscuridade espessa se espalhou na paisagem...
O Universo chamuscado pelos calores parecia estar com febre. Os elefantes e outras criaturas da Terra foram atingidas pela energia desta arma. Corriam de medo, respiravam pesadamente e buscavam abrigo que pudesse protegê-los daquela arma terrível. Até a água fervia exterminando as criaturas que habitam este elemento... Enormes elefantes foram queimados por essa arma.. proferindo ferozes lamentos... Corriam desorientados...
Essa é a descrição espantosa de uma catástrofe deflagrada por um dispositivo de destruição de energia nuclear. Robert Oppenheimer, um dos "pais" da bomba nuclear, teria dito na primeira experiência com um protótipo de bomba moderno: "Esta não é a primeira vez que a humanidade se utiliza da energia nuclear."
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A Misteriosa Herança dos Atlantes - Parte IV

Atlantes & Visitantes do Espaço
A análise, cada vez mais apurada das escrituras antigas e as contínuas revelações das ciências antropológica, arqueológica e outras, têm fortalecido a idéia de que outra humanidade ou mais de uma antecederam a atual antes, de serem completamente aniquiladas por cataclismos globais e/ou regionais. As descrições de ao menos uma destas civilizações [a mais recente] mostram notáveis similaridades com o mundo contemporâneo, especialmente no aspecto tecnológico. Os pesquisadores concordam que, muito possivelmente, essa misteriosa civilização foi desenvolvida pelos legendários Atlantes.
Ainda segundo as escrituras antigas, a cultura Atlante era muito mais centrada no espírito que as sociedades atuais. Também foi uma civilização visitada por extraterrestres com quem estabeleceram uma aliança de cooperação com inteligências alienígenas que pode ainda estar vigorando como um "Diretório Oculto". Hoje, os pesquisadores têm evidências suficientes para demonstrar que os governos T~em algo a esconder e que os Ovnis são reais.
Ao que parece, a Atlântida mantinha uma relação avançada com os visitantes. O trabalho intitulado Deus e Astronautas do Antigo Oriente, de W. Raymond Drake, proporciona uma perspectiva cultural a nível mundial de cooperação humana e interação extraterrestre na história antiga. Os dados históricos apresentados por Drake vêm de diversas civilizações como Índia, Suméria, Tibet, Japão, Egito, Israel e Mesopotâmia.
Na Índia, vários poderes conhecidos como siddhis são atribuídos aos seres cósmicos, extraterrestres (humanóides Védicos) que visitaram a Terra em passado recuado e são freqüentemente mencionados nos Vedas. Também se dizia que estes siddhis podiam ser exercidos por certos mestres humanos iluminados:
▪ A comunicação mental e a leitura da mente. Isto é normal nos humanóides védicos.
▪ Capacidade de ver a uma grande distância
▪ Laghima-siddhi: levitação ou antigravidade. É também o poder de "criar" um enorme peso. (Habilidade que pode ter sido usada na construção de monumentos grandiosos, com as pirâmides.)
▪ Anima e mahima-siddhis: o poder de mudar o tamanho dos objetos e seres vivos sem romper sua estrutura.
▪ Prapti-siddhi: o poder de mover um objeto de um lugar para outro sem cruzar o espaço intermédio (tele-transporte). Este poder está relacionado à habilidade de viajar a "reinos paralelos" e a dimensões superiores.
▪ A habilidade de mover objetos diretamente através do éter sem impedimento de obstáculos densos. Este tipo de viagem se chama vihayasa e permite que um corpo seja diretamente transferido a um ponto distante por ação da mente.
▪ Vasita-siddhi: o poder do controle hipnótico à distância. Os contos védicos assinalam que este poder pode ser usado para controlar de longe os pensamentos das pessoas.
▪ Antardhana: a invisibilidade.
▪ Metamorfose: a habilidade de assumir formas diferentes ou gerar formas ilusórias do corpo.
▪ O poder de entrar no corpo de uma pessoa e controlá-lo. Isto se faz usando o corpo sutil.
* A definição de corpo sutil se refere, na literatura psicológica comum ao "corpo astral", corpo da alma. Há evidências de que sociedades muitas antigas tinham um amplo conhecimento de sua existência e da habilidade de transferir totalmente a consciência normal desperta. Os estudiosos contemporâneos e pós-modernos se referem a esta habilidade como "Experiência Fora do Corpo" [ESP] e, também, a "Experiência de Quase Morte" [EQM], que parece ser de natureza similar.

Ainda que muitos acadêmicos considerem estas idéias demasiado alucinantes para serem reais, existem repetidos exemplos de estes siddhis se desenvolvem em pessoas comuns da presente era. O livro O Universo Holográfico, de Michael Talbot, relata esses casos com riqueza de detalhes.
Reportando, mais uma vez a Identidade Extraterrestres, de Thompson, ali se encontra a curiosa informação sobre a natureza e a abundância de vida extraterrestre:
Os Puranas (textos hindus) falam de 400 (quatrocentas) mil! formas de humanóides vivendo em vários planetas e mais 8 milhões (!) de outras formas de vida, incluindo plantas e animais menores. Entre esses 400 mil tipos de humanóides, os seres humanos, tal se conhece na Terra, são considerados [como era de se esperar!] entre os menos poderosos. É um dado que se encaixa no quadro dos relatos de encontros com Ovnis.
Evidentemente, as sociedades atuais não têm contato direto ou aberto com supostos visitantes; se o mundo tivesse certeza da existência de uma gigantesca comunidade cósmica sua visão do Universos seria muito diferente, sobretudo as pessoas tivessem consciência de que o homo sapiens é classificado entre os menos poderosos, em relação a outras raças de seres.
[Pior, a rigor, os sapiens da Terra presente teriam regredido em comparação aos Atlantes do passado, ao menos no diz respeito às ciências e tecnologias.] É importante notar que, se alguns Vimanas parecem ter sido aviões, havia outros "modelos", destinados a outros usos que eram tecnologicamente muito mais ousados. O texto védico Vimanika Sastra trata da arte de fabricar vários tipos de veículos que podiam se movimentar na terra, no céu terreno e interplanetariamente, de globo a globo. Constam dos antigos manuscritos:
Os segredos para construir aeroplanos que não se quebram, que não podem ser cortados, não pegam fogo, enfim, não podem ser destruídos e outros segredos mais:
▪ O segredo de fazer um avião planar imóvel.
▪ O segredo de fazer as aeronaves ficarem "invisíveis".
▪ O segredo de ouvir conversas e outros sons em campo inimigo
▪ O segredo de obter fotografias das aeronaves inimigas
▪ O segredo de saber da proximidade de aeronaves inimigas
▪ O segredo de fazer com que as pessoas em aeronaves inimigas "percam a consciência" (!)
▪ O segredo de destruir os aviões inimigos
A misteriosa Herança dos Atlantes - Parte V

Suméria ― Elo Perdido
O trabalho enciclopédico de Zecharia Sitchin, incluindo Gênesis Revisitado e, sobretudo, na série intitulada Crónicas de la Tierra também enfoca esta cooperação que existiu, algum dia, entre a humanidade e a vida extraterrestre. O Dr. Sitchin é uma de aproximadamente apenas 200 pessoas no mundo que pode ler e traduzir totalmente as antigas placas de pedra com escrita cuneiforme da Suméria.
Seu trabalho parte do pressuposto de aceitar a informação e os registros históricos como documentos verdadeiros sem recorrer {a crença normal de que são mitos. Seguindo esta premissa, Sitchin entende esses textos utilizando como apoio o conhecimento atual e, fazendo isto, seu trabalho é tão sólido que ninguém desacreditá-lo. Por conseguinte, Sitchin é, simplesmente, ignorado e seu estudo é tão completo, tão integral que ninguém jamais tentou atacá-lo.
Nos livros de Sitchin são apontadas abundantes evidências de tecnologia aérea, presença de humanóides extraterrestres, armas laser e conhecimento avançado, incluindo descrições rigorosamente exatas e detalhadas do nosso sistema solar, tudo em uma época anterior à "antiguidade histórica". Interessa sobretudo a referência ao duodécimo planeta, nomeado Nibiru.
Em outubro de 1999, a existência desse planeta começou a ser formal e silenciosamente reconhecida pela comunidade científica. Nibiru está relacionado com as misteriosas perturbações visíveis nas órbitas de cometas distantes, originários dos mais recôntidos e longínquos pontos do nosso sistema solar, o que sugere a existência de um planeta, do tamanho de Júpiter, além da órbita de Plutão, cuja gravidade está afetando todo o sistema.
As descrições das tabuletas cuneiformes sumérias são extremamente técnicas e a Saga de Gilgamesh, assemelha-se ao registro de um desastre ambiental perfeitamente factível e que poderia o relato da submersão da Atlântida. Em Crônicas da Terra, Sitchin apresenta argumento sólidos relacionando o episódio ao relato bíblico do Dilúvio de Noé, que seria uma versão condensada, simplificada do evento onde o protagonista, Gilgamesh, foi renomeado, chamado Noé e muitos detalhes foram omitidos.
Oannes
A existência de sobreviventes do dilúvio atlante, sobreviventes como Gilgamesh, também ajuda a revelar a identidade de ilustres "homens do mar", como o rei do mar sumério-babilônico Oannes, que foi descrito em culturas de todo o o mundo como "mestre", aquele que "veio" e civilizou muitos povos rapidamente.
A idéia que prevalece por trás da história de Oannes é que,simplesmente, foi um dos primeiros sobreviventes da Atlântida que apareceu publicamente "vestido" com "roupa de peixe" (traje de mergulho) e, creia-se ou não, esta figura exótica deve causado a impressão de ser uma criatura algo mística, mágica, divina, [para as populações que, embora também fossem sobreviventes, certamente teriam sofrido um processo de regressão social, brutalizando-se, animalizando-se].
Foi um tempo em que vimanas poderiam ter se salvado e Oannes [poderia ter "pousado" seu veículo no mar, ou emergido do próprio mar (veículo submarino), aventurando-se durante o dia e regressando à sua nave à noite. Sobre este tema, Raymond Drake cita Alexandro Polyhistor, comentando um trecho de Berossus, um autor sumério/caldeu:
Berossus descreve um animal dotado de razão que foi chamado Oannes; o corpo inteiro do animal assemelhava-se a um peixe, com cabeça humana (!); seus pés também eram humanos... sua voz era humana e articulada e desde esse dia foi conservada uma representação dele.
Este ser, durante o dia conversava com os homens mas não consumia alimento algum. Ele ensinou as letras, as ciências e as artes. Ensinou a construir casas, fundar templos, compilar leis e explicou os princípios do conhecimento geométrico.
Também lhes disse como distinguir as sementes da terra e ensinou a conservar as frutas. Ele os instruiu em tudo o que podia "abrandar" as maneiras e humanizar o "bicho-homem". Desde esse tempo, tão universais foram suas instruções que nada se pôde fazer para melhorar esses conhecimentos. Quando o sol se punha, Oannes costumava submergir novamente no mar e ali passava a noite, nas profundezas, porque era anfíbio. Depois disso apareceram outros animais como Oannes.
É um aspecto notável da cultura da Suméria a presença destes seres, como Oannes, que guiaram o povo rapidamente, de uma cultura nômade para uma sociedade avançada, com água corrente, escolas, leis, governo, agricultura e pecuária, domínio do fogo, conhecimentos médicos, além da matemática, da arquitetura, engenharia etc..
Com um "enredo" semelhante, quase todas as culturas meso-americanas têm lendas sobre homens brancos muito civilizados, como Quetzolcoalt e Viracocha, que vieram do mar, instruíram o povo em conhecimentos avançados e foram adorados como deuses. Mais uma vez, estes visitantes poderiam ser os sobreviventes da colapsada civilização atlante. Não bastassem os saberes de controle sobre a matéria grosseira, com as técnicas espirituais do conhecimento atlante, dotados de siddhis especiais (poderes) suas habilidades deveriam, de fato, dar a impressão de que os "homens do mar" eram deuses.
Mistérios
Segundo numerosas fontes de diversos campos, o acervo do conhecimento atlante foi preservado, ainda que de forma esparsa, por seus sobreviventes. O único relato histórico reconhecido como válido sobre a Atlântida é o famoso texto atribuído a Platão que, além de ser desconsiderado pelos cientistas [também é apontado pelos ocultistas como parcialmente equivocado, confundindo uma pequena porção de território, uma pequena ilha, com a totalidade do continente Atlântico, muito maior. Porém, mesmo a pequena ilha de Platão]... desapareceu em um súbito cataclismo que causou sua submersão no oceano.
O relato do filósofo grego diz que poucos habitantes se deram conta do que estava para acontecer e conseguiram deixar a "ilha-continente". Os migrantes dirigiram-se para diferentes regiões da Europa, África e Ásia bem como Américas, especialmente aqueles que deram origem aos chamados povos pré-colombianos.
Segundo as lendas, durante a "Era Atlântida" a maior parte do mundo não era constituída de nações civilizadas. A própria Atlântida, asilada, rodeada pelo oceano Atlântico, estava mais adiantada que muitas das culturas indígenas de outras partes do mundo. Não havia um mesmo nível de desenvolvimento global [como não há, ainda hoje, apesar da globalização!]. Os atlantes haviam começado um processo de colonização de sociedades mais primitivas quando a sobreveio a catástrofe.
O cataclismo Atlante submergiu completamente a ilha-continente de Platão e, em muitos casos, os sobreviventes do desastre se viram lançados em meio à comunidades atrasadas que não os compreendiam. Em alguns casos, mal começavam a expor seu conhecimento, era mortos imediatamente porque causavam temor. Por isso, muitos sobreviventes de Atlântida mantiveram seus conhecimentos sob rigoroso sigilo, cautelosos, para não criar conflitos. Assim, organizaram-se em sociedades secretas, que mantiveram a herança do conhecimento e da sabedoria conservada ao longo de milênios.
[Esta herança é, freqüentemente, em sentido amplo, chamada de "Mistérios" ou Tradição. Os Mistérios, mais de uma vez quase foram banidos em meio às condições opressivas de um mundo retornado à barbárie. O conhecimento sobreviveu na obra de homens como os gregos Thales, Pitágoras e Platão, e também no Oriente, na índia, China, Japão e, mais recentemente, no trabalho de Francis Bacon, por exemplo.
Sociedade Secreta
Bacon, um contemporâneo da época elisabetana, teve acesso aos antigos arquivos do Vaticano e outros. Os esforços de Bacon para ressuscitar os Mistérios foi o quê diretamente engendrou a moderna Ordem Maçônica. A Ordem Maçônica é muito censurada pelos "teóricos das conspirações" como um alvo fácil por conta de seus votos ou pactos de segredo e seu inegável poder mundial. Apenas como ilustração, quase todas as pessoas que assinaram a Declaração de Independência dos Estados Unidos eram maçons assim como vários dos astronautas e dos presidentes daquela que ― ainda ― é a mais poderosa nação do planeta.
Na maçonaria e em outras sociedades secretas, somente os mais graduados [graus de saber] têm alguma idéias do que são realmente os Mistérios. Os graus mais baixos, são designados um grupo de membros leais que reforçam o poder do grupo e sua influência sem comprometer os segredos. Entretanto, as informações vazam através de eventuais dissidentes que violam a lei do silêncio. Os livros de Manly Palmer Hall, um iniciado maçônico de 33º, grau mais alto publicamente reconhecido, é considerado a única fonte mais ou menos confiável dos segredos do Mistério.
O livro Las Enseñanzas Secretas de Todas las Edades é, sem dúvida, o documento mais próximo de revelar as grandes verdades possíveis de serem divulgadas sobre os Mistérios Atlantes. O livro começa com extensa e mesmo exaustiva discussão sobre filósofos, gregos, romanos, históricos, até o presente, apresentado idéias contraditórias. É uma discussão que mostra o conhecimento unificado dos Mistérios que se dispersou e, assim, todos teriam suas próprias teorias baseados no pouco que sabiam. Apesar disso, pode-se perceber o elo em comum.
Certos filósofos, como Pitágoras, buscaram eliminar esse problema [da dispersão dos conhecimentos] viajando a terras longínquas, recopilando informações de diferentes áreas do saber. Depois, Hall apresenta o conhecimento maçônico oculto, a origem secreta de toda filosofia e o papel do simbolismo, usado para transmitir informação e esconder a verdade dos não-Iniciados.
Hall esclarece que embora os gregos reclamem para sua nação a origem da filosofia, os mais sábios entre eles reconheceram que a fonte primeira da filosofia é "o oriente". As magníficas instituições hindus, caldéias (sumérias) e egípcias devem ser reconhecidas como a verdadeira origem da sabedoria grega.
O fato é que a filosofia surgiu dos Mistérios religiosos da Antiguidade. Não havia separação entre conhecimento científico e religioso até que os Mistérios começaram a "decair". Os Mistérios são um conhecimento transcendental da realidade que somente pode ser compreendido por um intelecto muito poderoso que tenha compreendido a desimportância das ambições pessoais. Os guardiões dos Mistérios consagram suas vidas ao serviço altruísta pela humanidade.
Simbolismos
O simbolismo é o idioma dos Mistérios, um simbolismo que não é misticismo filosófico; é uma técnica de expressão que serve para se referir aos objetos que escapam à capacidade do homem de traduzir em palavras aquilo que vê, que sabe, que sente. Trata-se de comunicar pensamentos que transcendem as limitações do idioma.
Rejeitando os dialetos concebidos pelo homem como inadequados e indignos de perpetuar as idéias divinas, os Mistérios utilizam método mais engenhoso de conservar seu conhecimento transcendental. Em uma só figura o símbolo pode revelar. Para o sábio, o tema do símbolo é óbvio no entanto, para o ignorante, a figura permanece incompreensível. aquele que busca desvelar a doutrina secreta da antiguidade não deve buscar essa doutrina nas páginas abertas de livros que poderiam cair em mãos indignas.
Os Iniciados da Antiguidade eram perspicazes. Eles compreenderam que as nações vêm e vão, que os impérios caem e que as Idades douradas das artes e ciências são seguidas por Idades obscuras de superstição. Com as necessidades da posteridade na mente, os sábios antigos foram a extremos inconcebíveis para assegurar-se de que o conhecimento seria preservado.
Gravaram-no nas encostas de pedra das montanhas ou o ocultaram em imagens colossais, cada uma das quais era uma maravilha geométrica. Seu conhecimento de química e matemática foi escondido em mitologias que mesmo o ignorante perpetuaria, em templos e monumentos que o tempo não destrói completamente. Escreveram em caracteres que nem o vandalismo dos homens nem a crueldade dos elementos poderiam destruir.
Hoje, os homens olham espantados para o poderoso Memnons (as Pirâmides) nas areias do Egito ou nas estranhas pirâmides terraceadas de Palenque (Américas). São testemunhas mudas das artes e ciências perdidas da Antiguidade; e esta sabedoria deve permanecer oculta até que esta raça tenha aprendido a ler o idioma universal ― o simbolismo.
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História Secreta da Atlântida

Há 700.000 anos mais ou menos, houve o afundamento da Grande Atlântida - onde todo o continente submergiu. A Segunda Catástrofe ocorreu mais ou menos há 200.000 anos onde restaram as ilhas de Ruta e Daitia. As Américas estavam separadas e o Egito submerso.
No ano 72.025 A.C. Daitia desapareceu e Ruta se reduziu à ilha que se tornou conhecida como POSEIDONIS, situada entre os atuais Estados Unidos e Europa . O último e poderoso império Atlante foi descrito por Platão; afundou em 9.564 a.C. e suas ruínas repousam no fundo mar, incrivelmente preservadas.
In LEMBRANÇAS DA ATLÂNTIDA
Atlântida: este continente perdido, esta lembrança arcaica de tantos povos, continua sendo um mistério. Mistério que se confunde com o enigma da origem da raça humana. Sempre que se fala em Atlântida, a primeira evidência histórica e documental que se apresenta é o escrito de Platão Timeo e Crítias. Desde que o filófoso grego comentou o fim do fabuloso império, muitos têm especulado sobre o assunto: onde se localizava, como se constituía sua sociedade, o quanto era desenvolvida sua ciência.
O escritor inglês John Michell diz que "a Atlântida está ao nosso redor". Ele se refere à presença de numerosos restos arqueológicos e ruínas megalíticas, ciclópicas que se erguem em tantos lugares da Terra, erigidos sob orientação astronômica muito precisas. Supostamente anteriores à chamada Idade da Pedra (Paleolítico e Neolítico) esses monumentos sugerem que uma civilização de grandes astrônomos e engenheiros existiu antes da Pré-história tal como a descreve a ciência ortodoxa.
Manuscritos Tibetanos
Segundo a Doutrina Secreta - que fundamenta a ciência teosófica (tradição tibetana-indiana) - a Atlântida se estendia da atual Groenlândia até a metade da América do Sul e, durante sua existência, suas terras foram habitadas por mais de uma raça humana, como os Lemurianos, que mediam mais de 3,5 metros de altura e deram origem aos Atlantes propriamente ditos.
Os Atlantes, tal como os Lemurianos, foram aniquilados por uma catástrofe natural cujos reflexos, gradualmente, extinguiram territórios para fazer surgir novas terras. Foram tempos conturbados por terremotos, tempestades, tsunamis, furacões. Apanhados pela tragédia geofísica, os atlantes foram dispersados, em sua fuga, por diferentes regiões da Terra. América e Egito teriam sido colonizados por refugiados atlantes.
John A. West demonstrou que a erosão sofrida pela Esfinge de Gizé não se devia ao vento do deserto, mas sim à chuva. Essa descoberta faz recuar a datação da Esfinge para ao menos 9 mil e 500 anos de antigüidade, ao invés de 4 mil, como se acreditava. Uma obra de tal magnitude foi construída com conhecimentos arquitetônicos, astronômicos e matemáticos de uma cultura muito anterior à Egípcia. Algo semelhante poderia se dizer da arquitetura de Tihuanaco, construída, supostamente, pelos Toltecas, na América do Sul.
O ariosofista (estudioso de filosofia ariana) Jörg Lanz Von Liebenfels (1874-1854), que exerceu significativa influência sobre a idologia primitiva do Nacional Socialismo alemão, comparou a antropogênesis da teósofa H.P. Blavatsky com as descobertas da paleontologia contemporânea e concluiu que havia encontrado a "fonte de todo o mal" no mundo.
Lienbenfels entendeu que "queda do homem no pecado" se referia à conduta dos primeiros Lemurianos ANDRÓGINOS que, durante o processo biológico de separação dos sexos em machos e fêmeas, engendraram seres monstruosos com outras espécies animais, que não possuíam inteligência. Esses descendentes monstruosos eram demônios e no alvorecer da quarta Raça, a Atlante, havia duas subespécies humanas: PURAS e BESTIAIS - os primeiros antropóides e os "monos" (símios) antropomorfos. O erro (pecado) fatal dos "Homens-Deuses" foi a miscigenação com os símios.
A paranormal Ingrid Bennet, da Nova Zelândia, fala da vida sexual dos Atlantes: as relações sexuais eram muito importantes. Acreditava-se que era uma prática fundamental para a boa saúde. Alguns tinham relações com animais e com híbridos, meio humanos, meio animais, como os centauros.
A perversão dos costumes na fase da decadência dos Atlantes não se limitou à prática do bestialismo, mas também da magia. Há cerca de 10 mil anos, os dirigentes de Atlântida perderam o interesse no progresso científico e o respeito pelo antigo conhecimento. Passaram a dedicar às práticas da "magia negra" e perverteram completamente as ciências e a religião.
Muitos autores se referem aos da "magia negra" como causa do infortúnio que se abateu sobre os atlantes. Outros, entretanto, atribuem a extinção daquele povo ao descontrole sobre os poderes de uma avançada tecnologia que podia manipular "energias cosmotelúricas". O abuso de tais energias provocou um grave desequilíbrio ecológico.
Toltecas
Scott Elliot escreve que a terceira raça Atlante (cada Raça se subdivide em sete rubraças), eram os Toltecas - e eram gigantes. Sua altura média era 2,5 m. Viviam na fabulosa Cidade das Portas Douradas, um grande centro urbano, com palácios e portos, estruturado em "ilhas" cicundadas por canais artificiais, como o sacerdote egípcio descreveu para o grego Sólon (e Sólon contou a Platão).
Na Cidade das Portas Douradas, o oricalcum era o metal mais precioso. Havia templos dedicados a várias deidades, jardins, piscinas ao ar livre, ginásios, instalações militares, como quartéis e um gigantesco hipódromo.
Não havia muitas grandes cidades na civilização Atlante porque os sábios perceberam que haveria um impacto ambiental. Murry Hope, em Pratical Atlantean Magic (1991), descreve as comunidades como pequenas, constituídas de casas circulares. O paranormal Dale Walker, viu grandes torres que eram faróis apontados para o mar. Nos grandes templos, combinações de luz, cor, sons, magnetismo e energias de pensamento se canalizavam através de cristais.
Walker também fala da medicina dos atlanteanos: os sacerdotes podiam se conectar às mentes dos pacientes e comandar completamente o organismo, acessando o orgão enfermo e promovendo a cura operando diretamente sobre as energias constitutivas das moléculas e células, sem dor, sem sangue, sem trauma.

ATLÂNTIDA por Samel Aun Weor
No velho Egito dos faraós, os sacerdotes de Saís disseram à Sólon que a Atlântida havia sido destruída 9.000 (nove mil) anos antes, de com ele conversarem. A civilização atlante no entanto não poderia ser superada por nossa moderna civilização.
Conheceram a energia atômica e a utilizaram tanto na guerra quanto na paz. A ciência ATLANTE teve a vantagem de estar unida a magia, fabricaram-se extraordinários robôs, dotados assim, de inteligência pareciam seres humanos e serviam fielmente aos seus amos. Qualquer robô podia informar a seu dono dos perigos que o cercavam e geralmente sobre as múltiplas coisas da vida prática...
Possuíam os Atlantes máquinas tão poderosas e maravilhosas como aquela que telepaticamente podia transmitir a mente de qualquer ser humano, preciosa informação intelectual. As lâmpadas atômicas iluminavam os palácios e os templos de paredes transparentes. As naves marítimas e aéreas eram impulsionadas por energia nuclear. Eles aprenderam também a desgravitacionar os corpos à vontade. Com um pequeno aparelho que cabia-lhes na palma da mão podiam levantar qualquer corpo por mais pesado que este fosse...
A famosa história do dilúvio universal, cujas versões encontram-se em todas as tradições humanas, são simples recordações da grande catástrofe atlante. Todos os ensinamentos religiosos da América primitiva, todos sagrados cultos dos Incas, Maias, Astecas, etc. etc., os deuses e deusas dos antigos gregos, fenícios, escandinavos, indostânicos, etc., são de origem atlante.
In MISTÉRIOS DOS ANTIGOS MAIAS - GNOSIS ONLINE
Cristais
Outro vidente muito conhecido, Edgar Cayce, fala do avanço técnico da civilização Atlante, baseado na utilização dos cristais para potencializar a energia da luz. Os cristais eram utilizados para converter energia solar em eletricidade; para controlar a incrível reação entre matéria e antimatéria. Os cristais possibilitaram vôos espaciais. Entretanto, o avanço energético não impediu a inversão dos pólos magnéticos da Terra, as mudanças climáticas, os terremotos, as erupções vulcânicas.
Possuíam "telas mágicas" nas quais podiam ver tudo o que acontecia em qualquer ponto da Terra; esferas de luz que acendiam e apagavam com simples movimento das mãos; carros sem cavalos que lançavam raios de fogo branco e lilás; uma imensa frota de navios e "pássaros de prata" que viajavam pelo céu. Também há indícios de haviam naves espaciais que podiam viajar para a Lua e para outros planetas. A ciência atlante criava seres humanos e usava "máquinas mentais subatômicas". Os cristais também eram usados na medicina: um pequeno cristal colocado na palma da mão do paciente mudava de cor oferecendo o diagnóstico da doença.
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Atlântida Sob a Visão de Platão

Atlântida, a ilha, situada a oeste das Colunas de Hércules. "Quando os deuses fizeram a partilha do mundo, a Atlântida coube a Netuno [Poseidon], que ali viveu em companhia de Cleito [ou Clito]. De sua união com a mortal nasceram dez filhos, dos quais o mais velho era Atlas. Atlas recebeu do pai a supremacia da ilha, que dividiu em 10 partes, tomou uma para si e dividiu as restantes entre seus irmãos. "Punida por seus vícios e seu orgulho, a Atlântida foi engolida pelo oceano". DICIONÁRIO DE MITOLOGIA GRECO-ROMANA. São Paulo: Abril Cultural, 1976.
A mitologia ocidental reduz o continente ou Reino Atlante a uma ilha que teria submergido, engolida pelo oceano, nove mil anos antes da época de Sólon. Porém, Platão deixa claro que a ilha, além de ser tão grande quando "Líbia e Ásia juntas", era apenas uma parte do território Atlante, que se estendia em outras partes do mundo. A Atlântida de Platão seria o que restou de um continente muito mais antigo e os Atlantes, foram a quarta Raça humana, que povoou o mundo durante milhões de anos, até que se extinguiu no episódio relatado por Platão.
Platão preservou a história de Atlântida naquele que é, hoje, um dos mais valiosos registros que nos chega da antiguidade. Platão viveu 400 anos antes do nascimento de Cristo, Seu ancestral, Sólon, foi um grande legislador em Atenas 600 anos antes da Era Cristã. Sólon visitou o Egito. Diz Plutarco: "Sólon deixou uma longa descrição em verso ou, melhor dizendo, um fabuloso relato sobre a Atlantic Island (Ilha Atlântica), que ele ouviu dos homens de ciência, em Saís, relato particularmente relacionado com os atenienses."
Platão tencionava produzir uma grandiosa narrativa sobre a "Ilha Atlântica", uma fábula maravilhosa digna do relato de Sólon, uma história como nenhuma outra antes escrita; um deleite para escritor e um prazer ainda maior para o leitor. Mas a vida de Platão terminou antes que ele completasse o trabalho.
Não há dúvida que Sólon esteve no Egito. Sua ausência em Atenas por mais de dez anos é claramente atestada em Plutarco. Há muitas razões para crer que, de fato, Sólon aprendeu muito com os sacerdotes egípcios. Era um homem com uma extraordinária força e pensamento penetrante, como atestam suas leis e seus "ditos". É bem possível que tenha começado em verso a história e a descrição de Atlantis, trabalho que deixou incompleto.
O manuscrito de Sólon, muito possivelmente caiu nas mãos de Platão, seu sucessor e descendente, ele mesmo, Platão, sendo um estudioso, um pensador e um historiador, uma das mentes mais poderosas do mundo antigo. Um sacerdote egípcio teria dito a Sólon: "Vocês [gregos] não tem antiguidade de história [em termos de história] e nem têm a história da antiguidade; e Sólon compreendeu a vasta importância do registro daquele passado histórico, não apenas milhares de anos antes do tempo da civilização grega mas muitos milhares de anos antes do surgimento do Reino do Egito; e ficou [Sólon] muito ansioso para preservar para o seu mundo meio-civilizado ainda, aquela inestimável sabedoria do passado.
Nós percebemos que não há melhor caminho para começar um livro sobre Atlantis do que reproduzindo por inteiro as informações que Platão preservou. É o que se segue:
Crítias: Então, ouça Sócrates, esta estranha narrativa que, no entanto, certamente é verdadeira, bem como Sólon, que contou a história, e que foi o mais sábio entre os sete sábios. Ele era parente e grande amigo de meu avô, Drópidas, como ele mesmo disse em muitos de seus poemas; e Drópidas disse a Crítias, meu pai, que lembrava e nos contava sobre uma antiga e maravilhosa atuação dos atenienses que caiu no esquecimento, ao longo do tempo e da destruição da Raça Humana, e uma, em particular, que era a maior de todas as Raças, e o relato do que se passou será um testemunho adequado da nossa gratidão a vocês...
Sócrates: Muito bom! E o quê é essa antiga e famosa proeza da qual Crítias falou e que não é mera lenda mas uma ação histórica do Estado Ateniense recontada por Sólon!
Crítias: Eu vou contar uma velha história do mundo que ouvi de homem já bastante idoso; Crítias, na época, tinha quase noventa anos e eu dez anos de idade. Era o "dia de Apaturia", também chamado "dia de registro na juventude" [entrada na adolescência] no qual, de acordo com o costume, nossos pais conferiam-nos prêmios pela declamação de poemas e muitos de nós cantavam poemas de Sólon, que eram novidades naquele tempo. Um de nossa tribo, talvez porque fosse sua real opinião, ou talvez porque quisesse agradar Crítias, disse que na sua opinião [dele] Sólon não era apenas o mais sábio dos homens, porém era também o mais nobre dos poetas. O velho homem, eu me lembro bem, iluminou-se diante disso e falou, sorrindo: "Sim, Amynander, se Sólon tivesse, apenas, como outros poetas, feito da poesia o negócio de sua vida e tivesse completado o relato que trouxe com ele do Egito e não se sentisse compelido, em razão de fatos e perturbações que ele encontrou [instabilidade política] quando voltou a este país, empenhando-se, então, em atender a outras tarefas, [se tivesse escrito o poema sobre a coisas fabulosas que aprendeu no Egito] na minha opinião ele teria sido um poeta tão famoso quanto Homero ou Hesíodo.
E sobre o quê era este poema, Crítias? perguntou alguém.
Sobre a mais grandiosa ação já empreendida pelos atenienses e que deveria ser muito famosa mas o tempo e a destruição completa dos atores desse drama impediram que história chegasse até nós. "Conte-nos", disse outra pessoa, "conte-nos a história toda e de quem Sólon ouviu essa tradição".
E ele começou: "No Delta Egípcio, o rio Nilo se divide, existe um certo distrito que é chamado Saís, e uma grande cidade do distrito, também chamada Saís, e essa é a cidade na qual nasceu o rei Amasis. Ali os cidadãos têm uma divindade fundadora: os egípcios a chamam de Neith mas eles dizem que é a mesma chamada pelos atenienses de "Atena". Os cidadãos desta cidade gostam muito dos atenienses e dizem que, de alguma forma, se relacionam com o povo de Atenas.
"Sólon, levado por Thrither [um sacerdote egípcio], foi recebido com grandes honras e perguntou aos sacerdotes qual dos mestres era o mais sábios em antiguidades [história antiga]; Sólon descobriu que nem ele nem qualquer outro heleno sabiam qualquer coisa de real valor sobre os tempos antigos.
Em uma ocasião, quando estavam falando de antiguidades, ele [Sólon] começou a discorrer sobre coisas de outros tempos quando nossa parte do mundo, o Phoroneus, que é chamado "o primeiro", e sobre Níobe e depois sobre o Dilúvio; falou sobre a vida de Deucalião e Pirra e traçou a genealogia de seus descendentes, a linha do tempo, as datas dos eventos aos quais se referia.
Thereupon, um dos sacerdotes, que era muito velho, disse: "Oh, Sólon, Sólon, vocês helenos são como crianças e não há homens velhos entre os helenos." – Diante disso, disse Sólon: "O que você quer dizer com isso?"
– Quero dizer o que disse; que em termos de mentalidade vocês são muito jovens. Não há entre vocês idéias ancoradas em ciências antigas ou antigas tradições; e eu lhes dizer a razão disso: aconteceram e novamente acontecerão muitas destruições da raça humana deflagradas por muitas causas. Existe uma estória que vocês devem ter preservado, sobre Faetonte, o filho de Hélios, que sem saber conduzir os cavalos, tomou a carruagem de seu pai para percorrer o caminho que Hélios fazia todos os dias e provocou um grande desastre, queimando tudo na face da Terra.
Hoje, isso é uma expressão em forma de mito, mas, de fato, significa o declínio dos corpos que se movem em torno da Terra e nos céus; uma conflagração recorrente, que acontece em longos intervalos de tempo; quando isso acontece, aqueles que vivem nas montanhas e em outros lugares secos, estão mais sujeitos à destruição do que aqueles que vivem à margem dos rios, dos lagos ou do mar. Mas, por outro lado, quando os deuses purgam a terra pela água [e não pelo fogo, como Faetonte],então os pastores, os montanheses, são os sobreviventes e perecem os que vivem nas cidades, próximos aos rios e fontes, a beira-mar; são levados pelas enchentes, submergem no oceano. Mas nesse país, nem nesse tempo nem em qualquer outro a água veio do alto sobre os campos, tendo sempre a tendência de vir de baixo, razão pela qual as coisas preservadas aqui são as mais antigas.
O fato é que a Raça Humana, a população, cresce em certas épocas e decresce em outras e o que sempre aconteceu em seu país e no nosso ou em qualquer outra região da qual tenhamos conhecimento, todos os feitos grandes e nobres ou qualquer outro evento memorável, tudo o que tem sido escrito sobre os acontecimentos do passado, está preservado em nossos templos. Enquanto vocês [gregos] e outras nações mantêm escrituras e somente estes registros que interessam ao estado, no momento presente, ignoram que a pestilência [a catástrofe] pode estar vindo dos céus para dizimar todos e deixar apenas aqueles dentre vocês que são destituídos das letras e da educação e assim, deste modo, vocês têm de começar tudo novamente, como crianças, sem nada saber do aconteceu nos tempos mais antigos, entre nós [o Egito] e entre vocês mesmos [gregos].
As genealogias de vocês, gregos, que você Sólon nos tem contado, são relatos de crianças porque, em primeiro lugar, vocês se lembram de um dilúvio apenas, quando existiram muitos deles; em segundo lugar, vocês ignoram que habitaram em sua terra os homens da mais nobre e bela raça que jamais existiu, raça da qual você e seu povo são os descendentes. Isso é desconhecido por vocês porque muitas gerações de sobreviventes da destruição morreram sem deixar qualquer vestígio. Houve um tempo, Sólon, antes do maior dilúvio de todos, quando a cidade que hoje é Atenas era a primeira nas guerras e proeminente pela excelência de suas leis, pelos feitos notáveis, pela constituição magnífica de seus cidadãos.
Maravilhado, Sólon queria saber mais sobre aquela raça e aquele tempo. "Todos vocês são bem-vindos para ouvir sobre eles, Sólon" – disse o sacerdote – "por você mesmo, pela cidade e, sobretudo, pela glória da deusa que é protetora e civilizadora [educadora] de ambas as cidades [Atenas e Saís]. Ela fundou sua cidade mil anos antes da nossa, recebendo da Terra e Efaistos a semente de sua raça; e depois, fundou a nossa, um fato que está preservado em nossos registros sagrados como acontecido há oito mil anos atrás, como ensinaram os cidadãos de nove mil anos atrás. Eu informarei brevemente a você sobre suas leis e a nobreza de seus feitos conforme as escrituras sagradas deles mesmos. Se você comparar estas leis com as suas próprias verá muitas das nossas leis são contrapartida das suas.
Existe uma casta de sacerdotes, que é separada de todas as outras; depois vêm os artesãos, que exercem suas muitas artes e não se misturam com as outras castas; e também existe a classe dos pastores e dos caçadores bem como a dos agricultores. Você observará que os guerreiros no Egito são separados de outras classes e são comandados pela lei da guerra e são equipados com escudos e lanças e a deusa fala primeiro entre vocês, e então, aos países asiáticos e nós, entre os asiáticos, fomos os primeiros a adotar essas leis.
Sabiamente, você notará o cuidado da lei com o mais puro, buscando e compreendendo toda ordem de coisas, da profecia, a medicina e todos os elementos necessários à vida humana e todo tipo de conhecimento relacionado. Essa ordem de coisas foi estabelecida pela deusa e dada a vocês quando estabeleceram sua cidade; e ela escolheu este lugar da Terra, onde você nasceu, porque ali viu o arranjo harmonioso das estações e viu que aquela terra produziria os mais sábios dos homens.
A deusa, que amava a guerra e a sabedoria escolheu aqueles que seriam semelhantes a ela mesma; e ali vocês se estabeleceram com suas leis, que ainda são as melhores, e excedem toda a raça humana nesta virtude e eram os filhos e os discípulos dos deuses. Grandes e maravilhosos feitos de seu Estado foram registrados em nossa história mas um deles supera a todos em grandeza e valor. Foi quando uma força muito poderosa e agressiva levantou-se contra a Europa e Ásia mas sua cidade pôs um fim ao terror.

Esta força veio do oceano Atlântico, naqueles dias em que o Atlântico era navegável; e existia uma ilha situada em frente ao estreito [estreito de Gibraltar] que vocês denominam Colunas de Hércules. A ilha era maior que a Líbia e a Ásia juntas e era o caminho para outras ilhas através das quais era possível atravessar e chegar ao outro lado do continente que era cercado pelo verdadeiro oceano [passando do Mediterrâneo ao Atlântico]. O mar interior do estreito de Hércules (Gibraltar) era apenas um porto com uma entrada estreita; do outro lado, era o verdadeiro mar e a terra, ali, podia verdadeiramente ser chamada de "continente".
Estreito de Gibraltar, ponto de referência na localização do continente-ilha submerso chamado de Atlantis ou Atlântida, segundo Platão. Ligando o mar Mediterrâneo ao oceano Atlântico, a passagem de Gibraltar teria sido aberta pelo mitológico herói grego Hércules e suas margens são as "colunas de Hércules", a última fronteira do mundo para os navegadores do Mediterrâneo na antiguidade clássica.
Então, na ilha de Atlantis existiu um grande e maravilhoso império, que tinha leis vigentes em toda a "ilha-continente" e em muitas outras além de partes da Líbia, "dentro" das colunas de Hércules tão distantes do Egito e da Europa quanto do Tirreno [parte ocidental do mar Mediterrâneo]. O vasto poder [de Atlantis] empenhou-se, então, em subjugar de um só golpe nosso país e os seus [as cidades-estado gregas] e toda a terra nos limites do estreito; e então, Sólon, seu país [Atenas] brilhou à frente de todos, na excelência de sua virtude e força, por sua bravura e perícia militar; [Atenas] liderou os helenos; e quando não havia esperança de trégua, quando compelida a estar sozinha, submetida a um grande perigo, Atenas derrotou e triunfou sobre os invasores e manteve à salvo da escravidão aqueles que ainda não tinham sido subjugados e libertou todos os outros que habitavam os limites de Hércules [área do mediterrâneo, estreito de Gibraltar]. Posteriormente aconteceram terremotos violentos e inundações e em apenas um dia e uma noite de tempestades (chuvas) Atlântida e todo o seu povo foram tragados pelo oceano. Esta é a razão pela qual naquela parte, o mar é inavegável, intransponível, porque está saturado de lama.
E eu gostaria de invocar Mnemosine (Memória) porque parte significativa do que tenho para contar depende do favor da deusa das recordações, para que possa recontar tudo o que disseram os sacerdotes e que Sólon trouxe consigo. Deixem-me começar observando que, os nove mil anos que mencionei são um resumo dos anos que tinham se passado desde o começo da guerra entre os que habitavam para além das coluna de Hércules e aqueles que habitavam "dentro" do estreito. De um lado os combatentes da cidade de Atenas e seus aliados; do outro, os reis da Ilhas de Atlantis, que outrora tinham sob seu poder um território maior que a Líbia e a Ásia; território que desapareceu entre tremores de terra e maremotos que tornaram o Atlântico praticamente inacessível. A história se desenrola e entram em cena numerosas tribos bárbaras e Helenos que existiam então. Mas devo ainda descrever os Atenienses tal como eram naqueles dias e seus inimigos e ainda o poder e a forma de governo de cada um. Comecemos pelos atenienses...
Muitos grandes dilúvios aconteceram durante aqueles nove mil anos... Os deuses repartiram entre si toda a Terra em diferentes porções. Ergueram templos, fizeram sacrifícios. Poseidon recebeu a ilha de Atlantis; o deus tinha filhos com uma mortal e instalou, mulher e filhos, em uma parte da ilha; na costa, voltada para o oceano, existia uma planície muito fértil. Próximo, no centro da ilha, havia uma montanha não muito alta. Nesta montanha habitavam os primeiros mortais deste país: um casal, ele chamado Evanor e ela Leucipa. Tinham uma única filha, Cleito.
Quando a donzela se tornou mulher, seus pais morreram e foi por ela que Poseidon se apaixonou e teve filhos com ela. Ela morava na montanha da planície, que foi cercada de canais circulares e concêntricos, alternando faixas de terra e água. Havia três faixas de água e duas de terra... [Os filhos]... eram cinco pares de gêmeos varões. Atlantis foi dividida em dez regiões: o mais velho do primeiro par, chamado Atlas, ficou com a ilha-colina onde morava sua mãe, que era um lugar magnífico e nomeado de Atlantic [Atlântica ou Atlântida]; e Atlas ficou sendo o rei de todo império. Os outros irmãos foram feitos príncipes por Poseidon. Eles governariam todos os homens. O gêmeo de Atlas, Gades ou Gaderius, ficou com terras interiores das colunas de Hércules.
O segundo par de gêmeos eram Ampheres e Evaernon; o terceiro, Mneseus e Autochthon [Autóctone]; o quarto par de gêmeos, Elasipo e Mestor; e o quinto, Azaes e Diaprepes. Todos estes e seus descendentes foram governantes de numerosas ilhas em mar aberto e também já foi dito que eles migraram para lugares distantes das colunas de Hércules, muito além do Tirreno e do Egito.
Atlas tinha, então, uma família numerosa e honrada e seus descendentes mantiveram o reino por muitas gerações e detinham muitas riquezas, tantas quantas jamais foram possuídas por outros reis e potentados. Muitas especiarias eram trazidas de países estrangeiros mas a ilha era auto-suficiente e fornecia tudo que era necessário a uma vida confortável. O subsolo possuía minerais e um precioso metal do qual hoje só resta o nome: orichalcum.
Também havia florestas abundantes de onde se extraía a madeira e campos que alimentavam pessoas e animais domésticos e selvagens. Havia um grande número de elefantes na ilha Atlântica e outros variados tipos de animais, de lagos e montanhas, rios e planícies. [Os atlânticos possuíam também deliciosas] ... fragrâncias, perfumes, extraídos de raízes, ervas, flores e frutas. [Havia pomares ... e templos, palácios, portos, docas.
[Ainda na ilha]... os palácios no interior da cidadela eram construídos com um templo, dedicado a Cleito e Poseidon no centro, extremamente inacessível e rodeado de ouro; foi o lugar onde nasceram os dez príncipes e onde eram realizados rituais anuais... Todo o exterior do templo era coberto de prata, e os pináculos [torres] de ouro. O interior do templo era de mármore decorado com ouro, prata e orichalcum... estátuas de ouro, como a do próprio deus [Poseidon] em sua carruagem de seis cavalos alados, cercado de Nereidas e golfinhos... Do lado de fora, rodeando o templo, havia vinte estátuas de ouro, representando os príncipes e suas mulheres... Havia fontes de água quente e fria... Havia muitos templos dedicados a muitos deuses... jardins e lugares para o laser. Alguns somente para os homens... [e havia haras, pistas para cavalos]... As docas estavam sempre repletas de naus trirremes e armazéns por onde circulavam mercadores de todo o mundo... ― O TEXTO DE PLATÃO TERMINA ABRUPTAMENTE
civilizações perdidas
ATLÂNTIDA DE PLATÃO
In Plato's History of Atlantis
cap II de Atlantis, The Andiluvian World
de Ignatius Donnelly
tradução: Ligia Cabus (Mahajah!ck)
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